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Porto Alegre, sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Balanços

Edição impressa de 15/02/2019. Alterada em 14/02 às 01h00min

Grendene registrou lucro líquido de R$ 586 milhões no ano passado

Em 2018, a fabricante de calçados Grendene registrou lucro líquido de R$ 586 milhões. Apesar do resultado significar queda de 11,4% em relação aos R$ 661 milhões registrados em 2017, o ganho representa um retorno sobre Patrimônio Líquido do início de ano de 19%. Já a receita líquida foi de R$ 2,3 bilhões, 3,6% a mais que em 2017.
De acordo com Francisco Schmitt, CFO da Grendene, os resultados da companhia foram positivos, considerando o cenário econômico interno de recessão. Apesar de o consumo de calçados no Brasil em 2018 não ter crescido, a empresa aumentou seu volume em 4,9%. "Tivemos crescimento de 3% na receita das vendas ao mercado interno e seguimos como líder nas exportações de calçados pelo 16º ano consecutivo, com 35,7% dos calçados brasileiros exportados em 2018. Tanto no Brasil quanto no exterior, identificamos crescimento de market share", afirma.
Em 2018, o Ebit (lucro operacional antes dos efeitos financeiros e impostos) foi de R$ 457 milhões, com margem de 19,6% - queda de 1,9% em relação ao ano anterior. Já o Ebitda foi de R$ 523 milhões, com margem de 22,4%.
No último trimestre de 2018, o mercado interno apresentou tímida melhora, o que refletiu em avanço de 6,5% no volume de vendas de pares de calçados. Nas exportações, o câmbio teve forte impacto positivo, de R$ 35,2 milhões, com elevação da receita unitária em reais por par exportado de 21,8% contra uma elevação em dólares de apenas 3,7%. O resultado financeiro no quarto trimestre, pela primeira vez no ano, superou o resultado obtido no mesmo período do ano anterior: R$ 57,4 milhões ante R$ 46,7 milhões nos últimos três meses de 2018.
A empresa manteve seus investimentos, dedicando R$ 4 milhões para treinamento e desenvolvimento de pessoas, cerca de R$ 55 milhões para inovação e desenvolvimento tecnológico e outros R$ 150 milhões na construção de marcas via publicidade, propaganda e ações de marketing. "Estas ações nos fortalecem e posicionam para o aproveitamento de oportunidades na retomada do crescimento e para a elevação de margens quando os níveis de produção e de utilização de capacidade instalada voltarem senão aos números já atingidos no passado, pelo menos a patamares maiores que o atual", diz Schmitt.
 
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