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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019.
Dia de São Valentim.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

14/02/2019 - 09h52min. Alterada em 14/02 às 09h52min

Setor de serviços tem quarta queda consecutiva e fecha 2018 em -0,1%, diz IBGE

Em 2015, a confiança do setor de serviços teve a maior queda anual da série

Em 2015, a confiança do setor de serviços teve a maior queda anual da série


JONATHAN HECKLER/JC
Folhapress
O volume de serviços encerrou 2018 com queda de 0,1%, sendo o quarto resultado negativo seguido. O valor, porém, é menos intenso que nos anos anteriores. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (14) pelo IBGE, que registrou -3,6% em 2015, -5% em 2016 e -2,8% em 2017.
Com queda de 1,9%, o segmento de serviços profissionais, administrativos e complementares puxou a queda do índice no ano. As atividades que mais influenciaram a retração desse segmento são relacionadas a serviços de cobrança e informações cadastrais, soluções de pagamentos eletrônicos, engenharia e segurança privada.
Segundo o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, é característica desse setor a prestação de serviços a outras empresas, e seu peso no acumulado negativo "tem a ver com o momento desfavorável da economia como um todo, já que em uma contenção de gastos as empresas costumam dispensar esse tipo de serviço". Outra atividade com taxa negativa foi a de serviços de informação e comunicação , com -0,5%.
Os destaques positivos foram para outros serviços, com 1,9%, e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com 1,2%. Lobo explica que a alta deste último segmento já vinha refletindo, desde outubro, a recuperação frente a greve dos caminhoneiros em 2018, "impulsionada, sobretudo, pelo avanço no volume de receitas de transporte rodoviário de carga, de gestão de portos e terminais, de transporte aéreo de passageiros e de operação de aeroportos".
No resultado mensal, o volume de serviços teve alta de 0,2% entre novembro e dezembro do ano passado, e manteve o cenário de estabilidade, quando ficou em 0,1% em outubro e 0,5% em novembro. Em dezembro, a variação se mostrou 11,4% abaixo do ponto mais alto da série, que foi em janeiro de 2014.
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