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Porto Alegre, quarta-feira, 30 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Alterada em 30/01 às 10h04min

Preços nas saídas das fábricas fecham 2018 com alta de 9,76%

Das 24 atividades industriais pesquisadas, apenas o setor de bebidas fechou o ano em deflação

Das 24 atividades industriais pesquisadas, apenas o setor de bebidas fechou o ano em deflação


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Agência Brasil
Os preços de produtos industrializados, medidos na saída das fábricas, fecharam 2018 com uma taxa de inflação de 9,76%, segundo dados do Índice de Preços ao Produtor (IPP), divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador fechou 2017 com taxa de 4,18%.
Das 24 atividades industriais pesquisadas, apenas o setor de bebidas fechou 2018 com deflação (queda de preços), de 2,79%.
Os setores com maiores altas de preços foram indústrias extrativas (26,58%), outros produtos químicos (19,70%), outros equipamentos de transporte (15,89%) e metalurgia (13,94%).
Entre as quatro grandes categorias econômicas, a maior alta de preços foi observada entre os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (13,25%). Os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos, tiveram inflação de 10,86%.
Também tiveram inflação os bens de consumo duráveis (6,05%) e os bens de consumo semi e não duráveis (2,98%).
Apesar de fechar o ano em alta, o IPP registrou deflação (queda de preços) de 1,46% em dezembro de 2018. Em novembro, o índice também teve deflação, de 1,62%.
Treze das 24 atividades pesquisadas tiveram inflação, com destaque para outros equipamentos de transporte (2,18%) e alimentos (2,01%). Já entre as 11 atividades com deflação, destacam-se refino de petróleo e produtos de álcool (-9,36%), indústrias extrativas (-8,13%) e outros produtos químicos (-2,96%).
Entre as grandes categorias econômicas, os bens de capital tiveram inflação de 1,17% e os bens de consumo duráveis, de 0,49%. Por outro lado, tiveram deflação os bens intermediários (-2,66%) e os bens de consumo semi e não duráveis (-0,05%).
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