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Porto Alegre, sexta-feira, 18 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Edição impressa de 18/01/2019. Alterada em 17/01 às 01h00min

Cotação do dólar à vista tem terceira elevação consecutiva

Banco Central começou a agir de forma mais agressiva em maio para conter a alta do dólar frente ao real

Banco Central começou a agir de forma mais agressiva em maio para conter a alta do dólar frente ao real


/JUAN BARRETO/AFP/JC
O dólar teve, nesta quinta-feira, a terceira alta seguida, acompanhando o fortalecimento da moeda norte-americana no exterior e com as mesas de operação na expectativa por novidades sobre a reforma da Previdência. Na sessão, o dólar à vista encerrou em alta de 0,42%, a R$ 3,7484, a maior cotação de fechamento desde 3 de janeiro (R$ 3,7579).
Dos seis últimos pregões, o dólar subiu em cinco, e o real deixou de ser a moeda que mais ganhou valor perante a divisa norte-americana no começo deste ano. Entre as principais divisas de emergentes, o dólar caiu mais na Rússia (-4,16%) e na África do Sul (-4,20%), enquanto recuou 3,28% aqui.
Pela manhã, o dólar chegou a bater em R$ 3,77, o que fez alguns agentes acionarem mecanismos para reduzir perdas, o chamado stop loss. Operadores ressaltam, ainda, que, quando a moeda superou os R$ 3,73, atraiu vendedores. Pela tarde, desacelerou o ritmo de alta, acompanhando a perda de fôlego da moeda no exterior, sobretudo ante o peso mexicano e a notícia de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, dará detalhes sobre a reforma da Previdência durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
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