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Porto Alegre, sexta-feira, 18 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Edição impressa de 18/01/2019. Alterada em 17/01 às 01h00min

Ibovespa registra novo recorde aos 95.351 pontos

O Ibovespa alcançou, nesta quinta-feira, um novo topo histórico, na marca dos 95 mil pontos. Encerrou o pregão em alta de 1,01%, aos 95.351 pontos, com o otimismo sobre a agenda liberal do governo permeando os negócios e levando parcela majoritária das ações à valorização. Ainda sem participação expressiva dos estrangeiros, o giro ficou em R$ 15,9 bilhões.
Bem próximo da reta final, o índice Bovespa ganhou impulso extra com os índices em Nova Iorque indo às máximas. Notícia de fontes de que o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, propôs retirar algumas tarifas impostas sobre produtos chineses para incentivar a China a fazer concessões mais profundas nas negociações comerciais levou otimismo aos investidores.
Já por aqui, de acordo com analistas em renda variável, são altas as expectativas sobre o projeto de reforma da Previdência que será apresentado pela equipe econômica ao presidente Jair Bolsonaro. Segundo um gestor de um fundo de investimentos, a espera é por uma mudança de regras que possam acarretar economias para os cofres federais perto de R$ 1 trilhão no prazo de 10 anos.
Fontes disseram que o ministro da Economia, Paulo Guedes, detalhará a reforma a investidores, políticos e empresários na reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, na próxima semana. Isso dentro de um contexto de que, além das novas regras para a aposentadoria, as privatizações e a reforma administrativa estão sendo feitas pelo governo.
Analistas lembram que os dados da economia brasileira são positivos, com perspectiva de maior crescimento em um contexto de inflação e juros em baixa, o que garante a possibilidade de um lucro maior para as empresas. Aliás, do ponto de vista corporativo, Pedro Guilherme Lima, da equipe de pesquisas da Ativa Investimentos, chama a atenção sobre a possibilidade de a Petrobras seguir com seu plano de desinvestimentos após queda de liminar que impedia, entre outras, a venda da TAG - um dos ativos mais valorizados.
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