Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 10 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 10/01 às 20h06min

Dólar avança ante rivais com comentários de Powell e desaceleração global

Estadão Conteúdo
O dólar avançou em relação a outras moedas fortes nesta quinta-feira (10), favorecido pela perspectiva de desaceleração tanto na China quanto na zona do euro e pelos comentários do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Jerome Powell, sobre a perda de ímpeto global, além da saúde da economia americana.
No fim da tarde em Nova Iorque, o euro caía a US$ 1,1499 e a libra tinha queda a US$ 1,2746, enquanto o dólar subia a 108,44 ienes. O índice DXY, que mede a divisa americana contra uma cesta de outras seis fortes, subiu 0,34%, a 95,539 pontos.
Durante um evento em Washington, Powell avaliou que a economia americana continua "sólida", apesar de ressaltar que a maior preocupação para os EUA neste momento é a desaceleração global, vista em dados econômicos como os da China.
A cautela reforçada por Powell foi observada também na fala de outros dirigentes da mesma instituição, como o presidente da distrital de St. Louis do Fed, James Bullard, que classificou a perda de ímpeto como "tangível", evidenciada também por dados chineses.
Com isso, o dólar ampliou os ganhos registrados mais cedo, quando investidores mostravam apreensão diante do resultado da inflação na China, abaixo do esperado, e da queda da produção industrial francesa.
O Instituto de Finanças Internacionais (IIF) chegou a revisar para baixo suas projeções de crescimento mundial em 2018 e em 2019, enquanto o JPMorgan reduziu as expectativas de crescimento e inflação da zona do euro.
Também no Velho Continente, a ata da mais recente reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) ressaltou o que analistas classificaram como pessimismo. A instituição alertou para crescentes riscos econômicos e um clima de "incerteza geral".
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia