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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Edição impressa de 11/01/2019. Alterada em 10/01 às 19h22min

Ibovespa renova máxima histórica pela 6ª vez

A bolsa encerrou o pregão desta quinta-feira (10), renovando máxima histórica pela sexta vez neste ano após uma tarde de alternância de sinais, em parte, seguindo a instabilidade vista nos principais índices do mercado acionário nos Estados Unidos. O índice Bovespa fechou em alta de 0,21%, aos 93.805 pontos. Durante a sessão de negócios, na máxima intraday, renovou um novo pico ao tocar nos 93.987 pontos - bem perto dos 94 mil, onde, graficamente, existe um novo ponto de resistência.
Após dois dias de desvalorização em parte impactada pelo noticiário político, as ações ordinárias do Banco do Brasil passaram o pregão em alta, mesmo enquanto seus pares do bloco financeiro apresentavam queda. No fim, fecharam em alta de 1,46%% enquanto Itaú Unibanco PN recuou 0,68% e Bradesco PN teve queda de 0,31%.
O dólar voltou para o nível de R$ 3,70, influenciado pela valorização da moeda americana no exterior e por fatores técnicos. Após a euforia de quarta-feira no mercado, quando a moeda americana caiu para o menor valor em mais de dois meses, as mesas de câmbio esperavam um ajuste nesta quinta nas cotações. Mas o dólar chegou até a cair pela manhã, recuando para R$ 3,67 por conta da entrada de recursos do exterior. Pela tarde, operou em alta. O discurso do presidente do Fed reforçou o tom de cautela dos investidores, ao afirmar que o balanço da instituição será "reduzido substancialmente", o que vai retirar liquidez da economia mundial. O dólar à vista fechou em alta de 0,66%, a R$ 3,7076.
Na parte da tarde, a moeda americana renovou sucessivas máximas, chegando a R$ 3,72. As mesas de câmbio relataram que há a expectativa de uma saída de recursos do País nesta sexta-feira, que fazem parte de uma operação de empresa, e os investidores locais já teriam se antecipado a este movimento na tarde desta quinta.
Mesmo com o dado desta quinta, o dólar ainda acumula desvalorização de 4,33% e nos nove últimos pregões caiu em sete deles. Especialistas alertam, porém, que o potencial de valorização do real pode estar perto do fim.
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