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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Edição impressa de 11/01/2019. Alterada em 11/01 às 01h00min

População quer mais saúde e segurança, mostra pesquisa

Na área econômica, principal preocupação é com o mercado de trabalho

Na área econômica, principal preocupação é com o mercado de trabalho


/MARCELO G. RIBEIRO/JC
Eleito com a promessa de reduzir o tamanho do Estado e de promover cortes nos gastos do governo, o presidente Jair Bolsonaro vai se deparar, nos próximos anos, com uma população que demanda mais qualidade nos serviços públicos e que põe o ajuste fiscal entre as questões menos prioritárias. É o que mostra pesquisa feita com brasileiros pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
Segundo o levantamento, que pediu aos entrevistados que listassem os cinco maiores problemas a serem atacados pelo novo governo, a maior preocupação é a saúde pública, citada por 54%. A segurança pública aparece em segundo, com 52% de citações, seguido pelo desemprego, em terceiro lugar, com 47,1% de menções.
Durante a campanha e após a vitória, Bolsonaro e sua equipe econômica têm dito que vão trabalhar para diminuir o tamanho do Estado para torná-lo mais eficiente e menos custoso. O viés liberal e as promessas de um ajuste fiscal, com destaque para a reforma da Previdência, agradaram a empresários e ao mercado financeiro.
O ajuste fiscal é apenas a nona preocupação dos brasileiros, citada por 19,8% dos entrevistados. Dois dos principais motes de campanha de Bolsonaro aparecem entre os primeiros colocados, a segurança pública, já citada, e o combate à corrupção, em quinto, com 42,1% de menções.
Segundo a pesquisa, 64% têm a expectativa de que o País vai melhorar, enquanto 13% estão declaradamente pessimistas, 15% mostram-se indiferentes e 7% não souberam avaliar. Entre os pessimistas, as principais alegações são de que o novo governo não dará prioridade aos anseios da população mais pobre (68%) ou de que haverá aumento da intolerância e do preconceito na sociedade (64%) e também de que as reformas necessárias para a economia não serão aprovadas (48%).
 

Diminui o medo do desemprego no País, diz CNI

O brasileiro terminou 2018 mais confiante em relação ao emprego, aponta pesquisa trimestral da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Índice do Medo do Desemprego caiu 10,7 pontos percentuais entre setembro e dezembro, ficando em 55 pontos, a maior queda desde o início da série histórica, em maio de 1996.

O medo do desemprego caiu em todas as regiões, com destaque para o Sul, com queda de 16,9 pontos no período (62,7 pontos em setembro para 45,8 pontos em dezembro). No Norte e Centro-Oeste, analisadas em conjunto, houve recuo de 12,9 pontos (48 pontos). No Nordeste, o índice teve retração de 9,8 pontos (63,3 pontos). A menor queda foi no Sudeste, de 8,3 pontos (55,8 pontos em dezembro).

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