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Porto Alegre, quarta-feira, 09 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Edição impressa de 09/01/2019. Alterada em 09/01 às 01h00min

Ibovespa sobe 0,36% e bate novo recorde, alcançando 92.031 pontos

Após uma tarde na qual operou sem se firmar em uma única direção, o Ibovespa encerrou o pregão ontem em alta de 0,36%, aos 92.031 pontos, atingindo nova máxima histórica no fechamento. Especialistas em renda variável atribuíram o desempenho instável do principal índice do mercado acionário brasileiro "ao modo de espera" do mercado em relação ao anúncio de ações mais concretas pelo novo governo.
As ações do Banco do Brasil ficaram em terreno negativo por todo o pregão e, em muitos momentos contaminaram seus pares do bloco financeiro que também sofreram influência negativa de baixas de bancos negociados em Nova Iorque. Os papéis ordinários do BB encerraram o pregão em baixa de 1,13%. Também em queda fecharam as units do Santander (-0,98%). Já Itaú Unibanco e Bradesco subiram 1,27% e 0,61%, respectivamente.
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Dólar à vista tem queda de 0,47%

O real destoou de outras moedas e teve ontem o melhor desempenho perante o dólar entre as 24 principais divisas mundiais. O dólar à vista fechou em queda de 0,47%, a R$ 3,7174, o menor valor desde 1 de novembro de 2018, quando terminou em R$ 3,6979.

Especialistas em câmbio apontam que a queda da divisa americana reflete fatores técnicos, como a tendência de volta neste começo do ano de recursos que deixaram o País no final de 2018, aliados a um clima ainda positivo dos investidores com o governo de Jair Bolsonaro, com perspectiva favorável para a reforma da Previdência, após os recentes desdobramentos, que incluíram uma reunião técnica do governo nesta terça-feira para discutir o assunto e uma dos ministros Paulo Guedes, Economia, e Onyx Lorenzoni, Casa Civil.

Um dos reflexos da boa vontade com o governo é que o risco-país segue em queda, com o Credit Default Swap (CDS) sendo negociado ontem a 183 pontos, menor nível em oito meses.

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