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Porto Alegre, quinta-feira, 03 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Edição impressa de 03/01/2019. Alterada em 03/01 às 01h00min

Ibovespa tem recorde no primeiro pregão do ano

O primeiro pregão de 2019 foi marcado pela euforia na bolsa doméstica, que operou ontem descolada do exterior com as perspectivas positivas para a economia no governo Jair Bolsonaro e renovou a máxima histórica de fechamento, acima dos inéditos 91 mil pontos. O principal condutor do otimismo no mercado acionário doméstico foi o fechamento de apoio da bancada do PSL, partido de Bolsonaro, à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para o comando da Câmara dos Deputados. A avaliação é de que a eventual reeleição de Maia pode facilitar a aprovação das reformas do novo governo.
As sinalizações em relação ao encaminhamento da reforma da Previdência no Congresso e à agenda de privatizações foram outros fatores a impulsionarem o Ibovespa, que encerrou em alta de 3,56%, aos 91.012 pontos, superando o recorde de fechamento alcançado em 3 de dezembro de 2018 (89.820 pontos). O volume foi de R$ 17,314 bilhões.
As ações dos principais bancos tiveram altas expressivas, acima de 4%, enquanto as da Petrobras avançaram até 6%. O destaque foram as ações da Eletrobras, com altas de 20,72% (ON) e 14,52% (PNB), após Wilson Ferreira Junior confirmar o convite para permanecer na presidência da estatal.
Ditado por um otimismo doméstico, o dólar operou na maior parte do dia de ontem descolado dos pares emergentes e fechou cotado a R$ 3,8046, em queda de 1,83%, no menor patamar desde 21 de novembro. Se o real já era beneficiado, de manhã, pelo bom humor do mercado no primeiro dia de trabalho do presidente Jair Bolsonaro, o movimento foi acentuado após o PSL fechar apoio a Rodrigo Maia para a presidência da Câmara dos Deputados.
Na visão dos investidores, o alinhamento à candidatura de Maia aumentaria as chances de uma aprovação das pautas fiscalistas do governo, com destaque para a reforma da Previdência. O atual presidente da Câmara tem demonstrado apoio a essa pauta.
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Ibovespa tem recorde no primeiro pregão do ano

O primeiro pregão de 2019 foi marcado pela euforia na bolsa doméstica, que operou ontem descolada do exterior com as perspectivas positivas para a economia no governo Jair Bolsonaro e renovou a máxima histórica de fechamento, acima dos inéditos 91 mil pontos. O principal condutor do otimismo no mercado acionário doméstico foi o fechamento de apoio da bancada do PSL, partido de Bolsonaro, à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para o comando da Câmara dos Deputados. A avaliação é de que a eventual reeleição de Maia pode facilitar a aprovação das reformas do novo governo.
As sinalizações em relação ao encaminhamento da reforma da Previdência no Congresso e à agenda de privatizações foram outros fatores a impulsionarem o Ibovespa, que encerrou em alta de 3,56%, aos 91.012 pontos, superando o recorde de fechamento alcançado em 3 de dezembro de 2018 (89.820 pontos). O volume foi de R$ 17,314 bilhões.
As ações dos principais bancos tiveram altas expressivas, acima de 4%, enquanto as da Petrobras avançaram até 6%. O destaque foram as ações da Eletrobras, com altas de 20,72% (ON) e 14,52% (PNB), após Wilson Ferreira Junior confirmar o convite para permanecer na presidência da estatal.
Ditado por um otimismo doméstico, o dólar operou na maior parte do dia de ontem descolado dos pares emergentes e fechou cotado a R$ 3,8046, em queda de 1,83%, no menor patamar desde 21 de novembro. Se o real já era beneficiado, de manhã, pelo bom humor do mercado no primeiro dia de trabalho do presidente Jair Bolsonaro, o movimento foi acentuado após o PSL fechar apoio a Rodrigo Maia para a presidência da Câmara dos Deputados.
Na visão dos investidores, o alinhamento à candidatura de Maia aumentaria as chances de uma aprovação das pautas fiscalistas do governo, com destaque para a reforma da Previdência. O atual presidente da Câmara tem demonstrado apoio a essa pauta.
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