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Porto Alegre, terça-feira, 18 de dezembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Edição impressa de 18/12/2018. Alterada em 18/12 às 01h00min

Focus mantém projeção da Selic em 7,50% para 2019

Após a última decisão de 2018 sobre os juros anunciada na semana passada, economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a Selic (a taxa básica) para o fim de 2019. O Relatório de Mercado Focus trouxe ontem que a mediana das previsões para a Selic no próximo ano seguiu em 7,50%. Há um mês, analistas previam 8%.
A projeção para a Selic no fim de 2020 também não foi alterada e manteve-se em 8%, número repetido pelos economistas há sete semanas. No caso de 2021, a projeção também seguiu em 8,00% pela sétima pesquisa seguida.
Na quarta-feira passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou a manutenção, pela sexta vez consecutiva, da Selic em 6,50% ao ano. Ao mesmo tempo, o BC indicou que o juro tende a permanecer no atual nível - o mais baixo da história - pelo menos nos primeiros meses do governo de Jair Bolsonaro.
Entre as indicações, o colegiado avaliou que, desde o encontro anterior, de outubro, houve alta do risco de a ociosidade na economia produzir inflação abaixo do esperado.
Para o grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções (Top 5) de médio prazo, a mediana da taxa básica em 2019 caiu de 7,25% ao ano para 7,00%, ante 7,50% de um mês antes. No caso de 2020 e 2021, a previsão seguiu em 8,00%. Há um mês, a expectativa era de juros a 8,25% no fim de 2020 e 8% em 2021.
Economistas acreditam que o esperado movimento de aumento do juro no próximo ano poderá ser um pouco mais gradual que o esperado inicialmente. A pesquisa Focus realizada pelo Banco Central com analistas do mercado indica nesta semana previsão de que o ciclo de alta da Selic começará em setembro de 2019, com alta de 0,25 ponto percentual, o que levaria o juro de 6,50% para 6,75%. Até a semana passada, o mercado também previa que o início do ciclo em setembro, mas mais intenso: de 0,50 ponto, para 7%.
Para os meses seguintes, nada foi alterado nas previsões: Selic a 7,25% em outubro e a 7,50% na reunião de dezembro de 2019. Apesar da manutenção nas duas previsões, o movimento esperado para outubro - com o novo patamar mais baixo esperado para setembro - indica expectativa de que o aumento nesse mês será de 0,50 ponto percentual e não mais 0,25 ponto, como na pesquisa anterior.
No câmbio, os economistas elevaram pela terceira semana seguida a previsão para o patamar do dólar no fim do ano. A expectativa para a cotação da moeda norte-americana no fim de 2018 subiu de R$ 3,78 para R$ 3,83. Um mês antes, a previsão estava em R$ 3,70. Para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano seguiu em R$ 3,80, ante R$ 3,76 de quatro pesquisas atrás.
Arte Focus
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