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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Alterada em 17/12 às 10h04min

IPC-S cai 0,03% na 2ª quadrissemana de dezembro, afirma FGV

Na classe de preços de alimentos, o segmento de hortaliças e legumes diminuiu o ritmo de alta

Na classe de preços de alimentos, o segmento de hortaliças e legumes diminuiu o ritmo de alta


MARCELLO CASAL JR/ABR/JC
Estadão Conteúdo
O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) diminuiu o ritmo de queda, para 0,03%, na segunda quadrissemana de dezembro, após ceder 0,06% na primeira medição do mês, informou na manhã desta segunda-feira (17) a Fundação Getulio Vargas (FGV).
No período, três das oito classes de despesa que compõem o índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para Habitação (-0,61% para -0,36%), cujo item tarifa de energia elétrica residencial arrefeceu a velocidade de baixa de 4,73% para 3,51% na segunda leitura do mês.
Ainda registraram acréscimos os grupos: Educação, Leitura e Recreação (0,83% para 1,09%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,03% para 0,10%). Nestes conjuntos de preços, houve encarecimento em passeios e férias (4,91% para 6,48%) e artigos de higiene e cuidado pessoal, cuja variação saiu de queda de 1,28% para recuo menos intenso, de 1,02%, respectivamente.
Já as taxas dos grupos Alimentação (0,52% para 0,42%), Transportes (-0,81% para -0,98%), Vestuário (0,33% para 0,21%) e Comunicação (0,12% para 0,11%) tiveram taxas mais brandas na segunda quadrissemana.
Na classe de preços de alimentos, o segmento de hortaliças e legumes diminuiu o ritmo de alta de 9,32% para 6,94%, enquanto em Transportes houve recuo mais forte nos preços da gasolina, de 4,99%, depois do declínio de 4,09% na primeira medição.
Em Vestuário, a FGV cita o recuo nos preços de calçados, de 0,46%, depois do declínio de 0,35% na primeira quadrissemana do mês. Já em Comunicação, houve desaceleração em pacotes de telefonia fixa e internet (0,52% para 0,47%).
O grupo Despesas Diversas repetiu a taxa de 0,25% registrada na última apuração. As principais influências partiram dos itens alimentos para animais domésticos, que avançaram de 0,58% para 0,88%; e de tarifa postal, cujos preços arrefeceram de 5,64% para 4,45%.
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