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Porto Alegre, sexta-feira, 07 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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comércio exterior

Edição impressa de 07/12/2018. Alterada em 07/12 às 01h00min

Exportações de calçados param de cair em novembro

Países sul-americanos foram os principais destinos dos produtos

Países sul-americanos foram os principais destinos dos produtos


/Abicalçados/Divulgação/JC

O mês de novembro trouxe uma boa notícia para os exportadores de calçados e todos os envolvidos na produção setorial brasileira. No mês passado, conforme a Abicalçados, foram embarcados 10,54 milhões de pares que geraram US$ 84,78 milhões, altas de 6,6% em volume e de 1,6% em receita no comparativo com igual mês de 2017.

O dado interrompeu uma queda que vinha desde maio, mas não foi suficiente para recuperar o tombo no acumulado nos 11 meses do ano, que registrou quedas de 8,6% em pares e de 9,8% em receita no comparativo com mesmo ínterim do ano passado, somando 100,38 milhões de pares enviados ao exterior com um retorno financeiro de US$ 878,5 milhões - neste mesmo período de 2017, os números apontavam 109,86 milhões de pares e US$ 973,58 milhões. O presidente executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destaca que, entre os principais destinos, os países sul-americanos, com exceção da Argentina, foram fundamentais para o índice positivo de novembro.  

Mercosul quer concluir negociações com UE até março, afirma chanceler

O Mercosul trabalha com uma aspiração de concluir as negociações do acordo de livre comércio com a União Europeia (UE) até março de 2019, disse o chanceler do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, ao final de uma reunião de ministros das Relações Exteriores do Mercosul realizada no Palácio Itamaraty. Esse prazo corresponde à janela de oportunidade existente antes da mudança do Parlamento Europeu e possível troca de comissários.

O chanceler do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira, comentou que houve muitos avanços nas negociações nos últimos dois anos. Porém, ainda há pontos em aberto e a reunião teve como objetivo "ajustar posições" no bloco antes da rodada técnica de negociações que se inicia na próxima segunda-feira em Montevidéu.

Novoa disse que esteve com o futuro chanceler, Ernesto Araújo, assim como com o ministro argentino, Jorge Faurie. O uruguaio comentou que a ideia é manter a mesma rota de relacionamento. O futuro governo não tem o Mercosul entre suas prioridades, segundo já afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes. Questionado sobre uma mudança no status do Mercosul, com o possível fim da união aduaneira, Novoa disse que isso será discutido oportunamente.

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