Porto Alegre, sexta-feira, 13 de março de 2020.

Jornal do Comércio

Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

mercado financeiro

Notícia da edição impressa de 04/12/2018. Alterada em 04/12 às 01h00min

Bolsa sobe 0,35% e renova recorde; dólar tem queda

O noticiário internacional foi a principal referência para os negócios com ações no Brasil ontem, mas aparentemente não houve grande entusiasmo da parte do investidor estrangeiro em relação às ações brasileiras. Pela manhã, a trégua na guerra comercial acertada entre Estados Unidos e a China animou o mercado e fez o Índice Bovespa superar momentaneamente a marca inédita dos 91 mil pontos. No final da tarde, no entanto, faltou fôlego e sustentação aos preços das ações. Com isso, o Ibovespa terminou o dia em alta bem mais modesta, de 0,35%, aos 89.820 pontos. Ainda assim, renovou seu recorde histórico de pontuação.
O noticiário internacional foi a principal referência para os negócios com ações no Brasil ontem, mas aparentemente não houve grande entusiasmo da parte do investidor estrangeiro em relação às ações brasileiras. Pela manhã, a trégua na guerra comercial acertada entre Estados Unidos e a China animou o mercado e fez o Índice Bovespa superar momentaneamente a marca inédita dos 91 mil pontos. No final da tarde, no entanto, faltou fôlego e sustentação aos preços das ações. Com isso, o Ibovespa terminou o dia em alta bem mais modesta, de 0,35%, aos 89.820 pontos. Ainda assim, renovou seu recorde histórico de pontuação.
A recuperação dos preços do petróleo e a queda do dólar foram componentes importantes para a alta do índice, comandada pelas ações de empresas de commodities. Operadores observaram, no entanto, que boa parte da movimentação esteve relacionada à troca de ações do setor financeiro pelo de commodities em operações de curtíssimo prazo. No bloco financeiro, Bradesco PN puxou as perdas, com -1,72%.
Com a alta do minério de ferro, ações de empresas de mineração avançaram na Europa e tiveram forte correlação com os ganhos da Vale ( 2,48%). Entre as siderúrgicas, destaque para Usiminas PNA ( 4,71%) e Gerdau PN ( 4,33%).
No caso do petróleo, a alta da commodity se justificou pelo aceno de países produtores com a possibilidade de redução da produção, a poucos dias da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). As ações da Petrobras terminaram o dia com ganhos de 2,84% (ON) e de 1,89% (PN).
Ditado pelo bom humor externo, o dólar teve queda durante todo o dia e encerrou o primeiro pregão de dezembro aos R$ 3,8411, em queda de 0,46%, após ter renovado máximas próximo do fechamento. Além da trégua anunciada entre China e EUA, o movimento reflete o entendimento entre Rússia e Arábia Saudita para estabilizar os preços do petróleo.
.