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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de novembro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Trabalho

29/11/2018 - 10h23min. Alterada em 29/11 às 12h24min

Taxa de desemprego fica em 11,7% no trimestre até outubro, revela IBGE

Filas de pessoas buscando emprego marcam oferta de trabalho em 2018

Filas de pessoas buscando emprego marcam oferta de trabalho em 2018


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Estadão Conteúdo
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,7% no trimestre encerrado em outubro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
O resultado veio igual à mediana das estimativas (11,7%), calculada a partir das expectativas dos analistas, que estimavam uma taxa de desemprego entre 11,60% e 12%. Em igual período de 2017, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,2%. No trimestre encerrado em setembro, a taxa era de 11,9%
A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.230,00 no trimestre terminado em outubro. O resultado representa alta de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 201,964 bilhões no trimestre encerrado em outubro, alta de 1,9% ante igual período do ano anterior.
O País tinha 12,351 milhões de pessoas em busca de emprego no trimestre encerrado em outubro deste ano. Apesar do patamar elevado de desemprego, houve melhora em relação a igual período do ano anterior. Há menos 389 mil desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um recuo de 3,1%.
O total de ocupados cresceu 1,5% no período de um ano, o equivalente à criação de 1,356 milhão de postos de trabalho. O contingente de inativos avançou 0,9%, 611 mil pessoas a mais nessa condição. 
O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 54,5% no trimestre até outubro deste ano, ante 53,9% no trimestre até julho. No trimestre até outubro do ano passado, o nível de ocupação era de 54,2%.
 
O País ganhou 1,240 milhão de novos postos de trabalho em apenas um trimestre, enquanto 517 mil pessoas deixaram o contingente de desempregados. A criação de vagas no trimestre encerrado em outubro em comparação ao trimestre terminado em julho superou o total de pessoas que deixaram de procurar emprego no período, puxando a taxa de desemprego para baixo, mesmo sem a ajuda do aumento da população inativa.
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