Porto Alegre, sexta-feira, 13 de março de 2020.

Jornal do Comércio

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mercado financeiro

28/11/2018 - 10h23min. Alterada em 28/11 às 10h23min

Dólar opera em baixa com ação do Banco Central no radar

Após uma leve alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (28) em meio à perda de força do petróleo no exterior, o dólar ante o real passou a cair e renovou mínimas diante de interesses no enfraquecimento da Ptax diária visando os leilões de linha de até US$ 1 bilhão, depois do meio-dia. A taxa de câmbio a ser utilizada na venda pelo BC será a da Ptax das 12 horas. Na terça-feira (27), a venda de US$ 2 bilhões em linha num único leilão ajudou na queda de 1,24% do dólar à vista, que fechou a R$ 3,8739.
Após uma leve alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (28) em meio à perda de força do petróleo no exterior, o dólar ante o real passou a cair e renovou mínimas diante de interesses no enfraquecimento da Ptax diária visando os leilões de linha de até US$ 1 bilhão, depois do meio-dia. A taxa de câmbio a ser utilizada na venda pelo BC será a da Ptax das 12 horas. Na terça-feira (27), a venda de US$ 2 bilhões em linha num único leilão ajudou na queda de 1,24% do dólar à vista, que fechou a R$ 3,8739.
Às 9h44min desta quarta-feira, o dólar à vista caía 0,30%, a R$ 3,8626. O dólar futuro de dezembro recuava 0,34%, a R$ 3,8620.
Os investidores estão na expectativa pela retomada das negociações sobre a revisão do contrato de cessão onerosa nesta quarta-feira e minimizam a declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) de que o futuro governo "talvez não consiga" votos para aprovar a esperada reforma da Previdência no Congresso.
No exterior, o índice DXY do dólar oscilava por volta das 9h30 ao redor da estabilidade ante uma cesta de moedas fortes. Os investidores estão à espera de um discurso à tarde do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, e da divulgação no fim da manhã da segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) americano do terceiro trimestre. A apostas do analistas é de um crescimento de 3,5% ao ano do país. Já o ajuste da divida americana frente a moedas emergentes está misto nesta manhã.
No caso do euro, a sua cotação atingiu os menores níveis em duas semanas ante o dólar mais cedo, após relatos desta terça de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá impor tarifas a veículos importados do bloco europeu e em meio às incertezas em torno do impasse orçamentário da Itália com a União Europeia.
Já a libra opera em alta nesta manhã, pressionando a Bolsa de Londres, após relatos de que a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, poderá permitir que parlamentares apresentem emendas a sua proposta de acordo para o Brexit. Para a estrategista de câmbio do Rabobank, Jane Foley, o suposto recuo de May pode levar investidores a considerar que aumentaram as chances de o Parlamento britânico aprovar o acordo, em 11 de dezembro.