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Economia

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mercado financeiro

Alterada em 27/11 às 18h27min

Petróleo cai diante de fortalecimento do dólar e tensões com crescimento global

Estadão Conteúdo
Os contratos futuros de petróleo inverteram o curso nesta terça-feira (27), e fecharam em baixa, diante de preocupações em torno da desaceleração da economia global e da disputa comercial travada entre Estados Unidos e China, elevando expectativas de queda na demanda por energia. Além disso, a força do dólar voltou a pesar nos preços da commodity.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para janeiro fechou em queda de 0,14%, para US$ 51,56 por barril. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o barril do Brent entrega no mesmo mês recuou 0,45%, para US$ 60,21.
O dólar mais forte voltou a pesar nos preços do petróleo durante o dia, de acordo com o analista sênior de mercados da Price Futures, Phil Flynn. A moeda americana se fortaleceu em relação a outras moedas principais nesta terça-feira diante da possibilidade de disputas prolongadas entre Washington e Pequim. Adicionando mais pressão aos preços do petróleo, esteve o vice-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Richard Clarida, que disse em discurso que apoiava mais aumentos nos juros.
Em entrevista ao Wall Street Journal publicada na segunda-feira, o embaixador chinês nos EUA, Cui Tiankai, afirmou que se as relações comerciais entre os dois países continuarem tensas, "há um risco real de que a integração do mercado global se torne fragmentada". De acordo com Flynn, "isso aumentou as preocupações sobre a economia global e a demanda por energia".
Na avaliação do chefe de pesquisa macroeconômica do Julius Baer, Norbert Ruecker, temores de excesso e preocupação com o crescimento global podem ser exagerados em relação ao petróleo. "A Arábia Saudita e seus aliados dependem das receitas do petróleo e provavelmente reverterão parcialmente o aumento da oferta. O sell-off esfria a inflação dos combustíveis nos mercados emergentes e a demanda pode sofrer menos com os altos preços do que temia anteriormente ", disse Ruecher. "Com o petróleo nos altos US$ 50, a indústria de xisto provavelmente reconsidera seu frenesi de investimento e de certa forma levanta o pé do acelerador", apontou, em nota a clientes.
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