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Porto Alegre, terça-feira, 27 de novembro de 2018.
Dia do Técnico de Segurança do Trabalho. Dia Internacional de Combate ao Câncer.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Edição impressa de 27/11/2018. Alterada em 27/11 às 01h00min

Atividade industrial ganha fôlego e sobe em outubro, aponta a CNI

A atividade industrial ganhou fôlego em outubro e cresceu em ritmo superior ao observado no ano passado. É o que mostra a Sondagem Industrial divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o estudo, o índice de evolução da produção passou de 47,2 pontos, em setembro, para 54,7 pontos em outubro.

Outro indicador que melhorou na passagem de setembro para outubro foi o da Utilização da Capacidade Instalada (UCI), que subiu um ponto percentual (p.p.) no período, saindo de 68% para 69%. "Com isso, a UCI se mantém, pelo terceiro mês consecutivo, 2 p.p. acima do registrado nos mesmos meses de 2017", cita a pesquisa.

Os estoques também diminuíram, chegando mais próximos do esperado pelos empresários. O índice de evolução do nível de estoques em relação ao planejado caiu de 51,2 pontos em setembro para 50,8 pontos em outubro. O índice de evolução do número de empregados, porém, não apresentou grande melhora, passou de 49,2 pontos para 50 pontos, ficando, portanto, na linha divisória de 50 pontos e mostrando que o emprego industrial se manteve inalterado em outubro. Os indicadores do levantamento variam de 0 a 100 pontos. Quando ficam acima de 50 pontos, mostram aumento da produção e do emprego.

Quanto às expectativas para o curto prazo, o estudo mostra que, "após dois meses de queda, o otimismo do empresário cresceu em novembro", com os índices de expectativa de demanda, compras de matérias-primas e quantidade exportada todos acima da linha de 50 pontos. O indicador de expectativas sobre a demanda aumentou para 56,6 pontos, o de compras de matérias-primas subiu para 54,4 pontos e o de exportações alcançou 52,8 pontos em novembro.

O otimismo do empresariado inclui a intenção de fazer contratações nos próximos seis meses. O indicador que mede a expectativa quanto ao número de empregados subiu de 49,1 pontos para 50,9 pontos. Além disso, os empresários também estão mais dispostos a fazer investimentos. "Após dois meses de relativa estabilidade, o índice aumentou 4,1 pontos e foi a 55 pontos, valor 4,4 pontos maior que o registrado em novembro de 2017. O índice supera sua média histórica em 6,6 pontos", diz o estudo.

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