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19/11/2018 - 19h38min. Alterada em 19/11 às 19h38min

Bolsas de Nova Iorque fecham em queda, com setor de tecnologia sob pressão

Estadão Conteúdo
As bolsas de Nova Iorque fecharam em queda nesta segunda-feira (19), pressionadas pelas dúvidas sobre o futuro do comércio entre Estados Unidos e China. Durante o pregão, o movimento negativo se aprofundou, sobretudo por causa do setor de tecnologia, em jornada ruim para a Apple, enquanto a gigante Boeing também enfrentou queda considerável. Nesse contexto, investidores ainda monitoraram um discurso do presidente do Federal Reserve de Nova Iorque (Fed, o banco central americano), John Williams, que reafirmou o compromisso com um aperto monetário gradual e mostrou otimismo com a economia americana.
O índice Dow Jones fechou em baixa de 1,56%, em 25.017,44 pontos, o Nasdaq caiu 3,03%, a 7.028,48 pontos, e o S&P 500 teve queda de 1,66%, a 2.690,73 pontos.
Reportagem do Wall Street Journal a partir de fontes próximas à Apple informou que houve uma queda em encomendas de modelos de iPhone da empresa. Nas últimas semanas, a companhia cortou encomendas para os três modelos do aparelho lançados em setembro, segundo as fontes ouvidas pelo jornal. A notícia soou um sinal amarelo para o setor. A ação da Apple chegou a entrar no chamado bear market, com queda de 20% ante o último pico, neste caso de 3 de outubro, e terminou o dia em baixa de 3,96%, mas escapando por pouco do bear market. Projeções mais pessimistas para o futuro do Facebook fizeram o papel da rede social recuar 5,69%. Controladora do Google, a Alphabet caiu 3,91%, em bear market.
A Boeing, por sua vez, teve queda de 4,47%, em meio à cautela com as tensões comerciais EUA-China. No fim de semana, o vice-presidente americano, Mike Pence, afirmou que Washington não pretende recuar das tarifas já impostas, a menos que Pequim mude sua política comercial.
Entre outras ações em foco, Nvidia teve baixa de 12%, após divulgar balanço considerado ruim na quinta-feira e já ter tido queda de 19% na sexta-feira.
Na agenda de indicadores, o índice de confiança das construtoras de moradias nos EUA caiu de 68 em outubro a 60 em novembro, ante expectativa de 67 dos analistas.
O quadro nas bolsas foi pressionado pela falta de apetite por risco em geral, o que fez os investidores buscarem menos as ações e privilegiarem alternativas mais seguras, como os Treasuries. Além disso, os volumes foram prejudicados pelo fato de que haverá o feriado de Ação de Graças na quinta-feira nos EUA, com mercados fechados.
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