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Porto Alegre, terça-feira, 30 de outubro de 2018.
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Economia

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Conjuntura

Edição impressa de 30/10/2018. Alterada em 30/10 às 01h00min

Bolsonaro pode tentar aprovar 'parte' da Previdência neste ano

Presidente eleito discutirá mudanças previdenciárias nos próximos dias

Presidente eleito discutirá mudanças previdenciárias nos próximos dias


/MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL/JC

Ontem, em sua primeira entrevista à imprensa após a eleição, para a TV Record, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que vai conversar com o presidente Michel Temer para tentar aprovar "ao menos parte" da reforma da Previdência ainda em 2018, antes de assumir o cargo. "Semana que vem estaremos em Brasília e tentaremos junto ao atual governo de Michel Temer aprovar alguma coisa. Senão toda a reforma da Previdência, ao menos parte, para evitar problemas para um futuro governo", afirmou.

Bolsonaro afirmou ainda que vai pedir ao atual Congresso que evite "pautas bobas que aumentem ainda mais esse déficit, sob o risco de o Brasil entrar em colapso". "As conversas já conversaram. Muitos partidos vieram conversar comigo."

Antes da declaração do presidente eleito, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cotado para ser ministro da Casa Civil do novo governo, o havia afirmado que a proposta de reforma da Previdência discutida durante o governo Michel Temer seria rejeitada. Segundo Onyx, essa reforma deve ser feita de uma única vez, para que dure pelo menos 30 anos. Em entrevista à rádio CBN, na manhã de ontem, ele afirmou que as despesas com a aposentadoria devem ser separadas do que o governo gasta com assistência social.

"(Temos que) Separar Previdência de Assistência Social. Para sociedade poder entender: o que é dos nossos impostos que pagamos como rede de proteção social, o que temos que financiar para os brasileiros que precisam de atenção, como nós, que não temos dificuldade fazemos para sustentá-los... Do outro lado, o seguro que cada brasileiro contrata para garantir uma aposentadoria digna", afirmou Onyx.

Ao comentar a proposta discutida durante o governo de Temer, Onyx disse que ela é um "remendo". "Defendo uma leitura que ainda está em processamento, que se faça (a reforma) de uma única vez, algo que dure 30 anos", afirmou o deputado. "Aquilo que foi proposto pelo atual governo era um remendo, para fazer ajuste curto de caixa, que não duraria cinco anos."

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