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Porto Alegre, quinta-feira, 25 de outubro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Consumo

Edição impressa de 25/10/2018. Alterada em 25/10 às 01h00min

Confiança do consumidor sobe 4 pontos em outubro ante setembro

A confiança do consumidor avançou 4,0 pontos em outubro ante setembro, na série com ajuste sazonal, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) passou de 82,1 pontos em setembro para 86,1 pontos em outubro.
"O resultado mostra que, apesar de ainda não ter o resultado das urnas, o consumidor está esperançoso e otimista em relação aos próximos meses. O fim do período eleitoral diminui a incerteza política e gera expectativa de mudanças na condução da política econômica para o início do novo governo. O efeito 'lua de mel' é esperado, mas a continuidade desses ganhos na confiança dependerá de ações efetivas do próximo presidente", avaliou Viviane Seda Bittencourt, coordenadora da Sondagem do Consumidor, em nota oficial.
Em outubro, o Índice de Situação Atual (ISA) caiu 0,4 ponto, para 71,9 pontos, mas o Índice de Expectativas (IE) cresceu 6,9 pontos, para 96,6 pontos, o maior nível desde abril.
O grau de satisfação com a economia no momento subiu 0,3 ponto, para 77,8 pontos, enquanto o indicador das perspectivas para a situação econômica nos seis meses seguintes avançou 6,1 pontos, para 106,1 pontos.
Em relação às finanças familiares, a satisfação dos consumidores com a situação financeira no momento recuou 1,1 ponto, para 66,5 pontos. O item que mede o otimismo em relação às finanças pessoais nos próximos meses subiu 1,7 ponto, para 93,4 pontos.
Após dois meses seguidos de quedas, a intenção de compras de bens duráveis aumentou 12 pontos, para 90,7 pontos, maior nível desde outubro de 2014. O item foi o que mais contribuiu para o avanço da confiança em outubro.
A melhora na confiança no mês foi puxada pelas famílias com menor poder aquisitivo, que recebem até R$ 2.100,00 mensais, com aumento de 9,3 pontos em outubro. Para esses consumidores, há expectativa de melhora da situação econômica, situação financeira das famílias, intenção de compra de bens duráveis e emprego.
A Sondagem do Consumidor coletou informações de 1.944 domicílios em sete capitais brasileiras, com entrevistas entre os dias 1 e 20 de outubro.
 
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