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Porto Alegre, segunda-feira, 22 de outubro de 2018.
Dia do Enólogo.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 22/10 às 19h11min

Ibovespa sobe 1,63% com otimismo por eleição

Estadão Conteúdo
O Índice Bovespa foi impulsionado pelo otimismo do investidor com o cenário eleitoral doméstico e oscilou em alta durante todo o pregão desta segunda-feira (22). O índice terminou o dia aos 85.596,69 pontos, com ganho de 1,63%. Os negócios com ações na B3 somaram R$ 11,7 bilhões, volume abaixo da média de outubro.
A percepção de consolidação da liderança de Jair Bolsonaro (PSL) na preferência do eleitor na eleição presidencial foi um dos principais fatores apresentados por analistas para justificar a alta das ações, mesmo em um dia de queda de bolsas em Nova York e na Europa. A aposta no avanço de uma agenda liberal e reformista voltou a estimular a compra de papéis do chamado "kit eleições", como Petrobras ON e PN, que avançaram 2,70% e 2,35%.
O aceno da China com um pacote de estímulos para a economia e para as bolsas locais também foi fator importante para impulsionar a bolsa brasileira. As bolsas chinesas fecharam o pregão com altas robustas. As promessas de incentivo econômico na China favoreceram as ações de empresas de mineração e siderurgia pelo mundo, incluindo a brasileira Vale, que subiu 3,25%.
Com o resultado de hoje, o Ibovespa passa a contabilizar ganho de 7,88% em outubro. O que chama a atenção dos profissionais do mercado é que o rali tem sido sustentado principalmente por investidores institucionais locais.
"Houve um movimento de aversão ao risco no exterior e é natural que o capital externo saia do País, até para que os investidores possam cobrir perdas de outros mercados. Há também por parte do estrangeiro alguma cautela com o que virá em um possível governo de Jair Bolsonaro. Por outro lado, o investidor local tem mostrado satisfação com as declarações do candidato favoráveis a reformas", disse Victor Cândido, economista-chefe da Guide Investimentos.
Para o economista, no entanto, os gestores de fundos estrangeiros estão atentos aos acontecimentos do Brasil e podem voltar a qualquer momento, pois serão cobrados se perderem as oportunidades do mercado local.
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