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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de outubro de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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Logística

Edição impressa de 11/10/2018. Alterada em 11/10 às 01h00min

Fluxo de veículos em estradas com pedágio aumenta

Em setembro, passaram pelas praças de pedágios do País um número de veículos 0,6% superior ao total de passagens apurado em agosto. O movimento foi calculado pela Tendências Consultoria Integrada com base no total de pagamentos de pedágios no mês passado registrado pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).

O total de veículos que passaram pelos pedágios em setembro resulta da alta de 1,8% no fluxo de veículos leves e de queda de 1,4% no total de veículos pesados em setembro. Os números de setembro comparados a agosto estão livres das sazonalidades que marcam os dois meses.

"Apesar dos predominantes ganhos nos últimos meses, o fluxo total de veículos ainda se encontra com dinamismo abaixo do registrado no período anterior à greve dos caminhoneiros, considerando a série livre dos efeitos sazonais", explica Thiago Xavier, analista da Tendências Consultoria.

Para Xavier, o movimento é, em grande medida, resultado do comportamento do fluxo de veículos leves nos últimos meses que, apesar do moderado aumento recente, ainda não retornou ao volume habitual de veículos.

Na comparação de setembro com o mesmo período do ano passado, o fluxo total de veículos nas estradas pedagiadas do Brasil caiu 3,4%. Na mesma base de comparação, os leves circularam 4,1% menos e os pesados diminuíram em 1,5% as passagens pelas praças de pedágios.

No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o movimento total de veículos nas estradas caiu 1,8% em relação ao mesmo período em 2017. Os leves reduziram sua movimentação em 2,6% e os pesados cresceram 0,7%. Nos últimos 12 meses, encerrados em setembro, o total de veículos que passaram pelas praças de pedágios caiu 0,5%.

"Em relação ao fluxo de pesados, mantida a métrica dessazonalizada, mesmo com a queda em setembro, o índice continua em níveis próximos aos verificados nos primeiros meses do ano anteriores à paralisação de maio. Entretanto, a contração do índice, verificada tanto em termos mensais como interanuais, é um sinalizador ruim à produção industrial no período", completa Xavier.

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