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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de outubro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Edição impressa de 10/10/2018. Alterada em 10/10 às 01h00min

Feplana foca na segurança à propriedade dos associados

Plano de governo que contemple o agronegócio é priorizado

Plano de governo que contemple o agronegócio é priorizado


EMATER/EMATER/DIVULGAÇÃO/JC
Embora o Renova Bio, programa federal que estimula o uso de combustíveis limpos para reduzir a emissão de CO2 na atmosfera, não conste dos programas de Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, a Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), que representa mais de 70 mil produtores de cana no País, decidiu apoiar o candidato do PSL. O presidente da entidade, Alexandre Andrade Lima, afirma que o apoio do PT a organizações como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vai de encontro às reivindicações dos produtores de cana.
"Mais de 80% dos nossos associados são pequenos proprietários, que têm medo das invasões de terra no campo. Precisam de uma arma para se defender. Se Haddad ganhar, essa insegurança para os produtores vai continuar. Então, na onda bolsonarista que se formou no fim do primeiro turno, declaramos nosso apoio ao candidato do PSL", disse Lima.
Ele afirma que a convite da entidade, Bolsonaro participou de audiências públicas no Congresso sobre o RenovaBio e mostrou comprometimento com o programa. O presidente da Feplana acredita que o candidato pelo PSL é o que mais tem afinidade com o agronegócio, e promete garantir a segurança jurídica para investir, não apenas no setor de produção de cana, mas em outros setores.
Em encontro com o vice de Bolsonaro, general Hamilton Mourão (PRTB), antes do primeiro turno, os presidentes da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Bartolomeu Braz Pereira, e da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Antônio Galvan, entregaram um conjunto de propostas para o candidato. Não há novo encontro programado.
As duas entidades, que já declararam apoio a Bolsonaro, avaliam que suas ideias têm mais a ver com o programa do candidato do PSL. As duas associações defendem, por exemplo, a segurança no campo, que o novo presidente só permita a demarcação de terras indígenas com presença de índios após a data de promulgação da constituição de 1988, e pedem oferta de crédito com juros compatíveis com a atividade rural.
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