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conjuntura

05/10/2018 - 01h04min. Alterada em 05/10 às 01h00min

Medo do desemprego registra queda em setembro

Temor maior existe entre as mulheres e na Região Nordeste

Temor maior existe entre as mulheres e na Região Nordeste


/MARCELO G. RIBEIRO/JC
O medo de desemprego recuou 2,2 pontos entre junho e setembro, mas permanece elevado e acima da média histórica, de acordo com pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Índice de Medo do Desemprego (IMD) de setembro chegou a 65,7 pontos - números acima de 50 indicam temor de perder emprego. Está 16 pontos acima da média histórica, de 49,7 pontos. Na comparação com setembro de 2017, porém, há queda de 2 pontos.
O medo de desemprego recuou 2,2 pontos entre junho e setembro, mas permanece elevado e acima da média histórica, de acordo com pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Índice de Medo do Desemprego (IMD) de setembro chegou a 65,7 pontos - números acima de 50 indicam temor de perder emprego. Está 16 pontos acima da média histórica, de 49,7 pontos. Na comparação com setembro de 2017, porém, há queda de 2 pontos.
"Com a queda, o índice recupera parte das perdas registradas em junho, quando a insegurança da população aumentou por causa da greve dos caminhoneiros, ocorrida no fim de maio", afirma a economista da CNI Maria Carolina Marques. O medo de ficar desempregado é maior entre as mulheres (72,5 pontos), enquanto o indicador entre os homens chegou a 62,7 pontos. O maior índice foi registrado na Região Nordeste, 73,1 pontos, uma queda de 1 ponto entre junho e setembro. Em seguida está a Região Sudeste, com 64 pontos, queda de 4,8 pontos. O menor patamar foi registrado na Região Norte/Centro-Oeste, de 60,9 pontos, alta de 2,3 pontos. No Sul, o índice também subiu 0,8 ponto e chegou a 62,7 pontos.
Outro levantamento divulgado pela CNI, o Índice de Satisfação com a Vida também melhorou 1,1 ponto, chegando a 65,9 pontos. O indicador também varia de zero a 100 pontos, e quanto menor o valor, menor é a satisfação com a vida. O indicador aumentou em todas as regiões do País, com maior alta na Região Sul, de 2,4 pontos, alcançando 68,3 pontos. Homens, com 66,8 pontos, estão mais satisfeitos do que mulheres, com 65,1 pontos.