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Porto Alegre, terça-feira, 25 de setembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Edição impressa de 25/09/2018. Alterada em 25/09 às 01h00min

Contas externas têm déficit de US$ 717 milhões, diz BC

As contas externas brasileiras apresentaram resultado negativo em agosto. O déficit em transações correntes - que são compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do País com outras nações - chegou a US$ 717 milhões, segundo o Banco Central (BC). O resultado superou o déficit registrado em agosto de 2017, de US$ 320 milhões.
Nos oito meses do ano, o resultado negativo chegou a US$ 8,901 bilhões, contra US$ 3,168 bilhões em igual período de 2017. No mês passado, o superávit comercial (exportações de bens maiores que importações) contribuiu para reduzir o resultado negativo das contas externas, ao chegar a US$ 3,356 bilhões, mas ficou abaixo do saldo registrado em agosto de 2017 (US$ 5,330 bilhões). No acumulado do ano até agosto, o superávit comercial chegou a US$ 34,735 bilhões, ante US$ 46,306 bilhões.
A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), que também faz parte das transações correntes, ficou negativa em US$ 1,607 bilhão no mês, e em US$ 22,980 bilhões de janeiro a agosto. A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 267 milhões no mês e de US$ 1,692 bilhão no ano.
A conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) anotou saldo negativo de US$ 2,733 bilhões em agosto, e de US$ 22,349 bilhões nos oito meses do ano.
Em agosto, os Investimentos Diretos no País (IDP) chegaram a US$ 10,607 bilhões e, nos oito meses do ano, ficaram em US$ 44,379 bilhões, resultados mais que suficientes para cobrir o déficit em transações correntes.
 

Gastos de brasileiros com viagens ao exterior caem quase 21% em agosto

Despesas chegaram a US$ 1,382 bi, influenciadas pela alta do dólar

Despesas chegaram a US$ 1,382 bi, influenciadas pela alta do dólar


/MARCELO G. RIBEIRO/JC
Com o dólar mais caro, os gastos de brasileiros em viagens ao exterior estão em desaceleração. Em agosto, essas despesas chegaram a US$ 1,382 bilhão, com redução de 20,8% em relação a agosto de 2017 (US$ 1,745 bilhão), informou ontem o Banco Central (BC).
No resultado acumulado de janeiro a agosto, os gastos somaram US$ 12,686 bilhões, com recuo de 2,07% em relação aos oito meses do ano passado.
As receitas de estrangeiros no Brasil atingiram US$ 482 milhões em agosto, e US$ 4,139 bilhões nos oito meses de 2018, contra US$ 455 milhões e US$ 3,954 bilhões, em iguais períodos de 2017, respectivamente.
 

Dívida pública sobe para R$ 3,786 tri

Formada por todos os débitos do governo dentro e fora do Brasil, a Dívida Pública Federal (DPF) voltou a subir em agosto, atingindo R$ 3,786 trilhões. A alta em relação a julho foi de 0,98%, o que corresponde a um acréscimo de cerca de R$ 37 bilhões na virada de um mês para outro. Em julho, a dívida apresentou uma queda de 0,14%, interrompendo um ciclo de cinco meses consecutivos de crescimento.
Segundo relatório divulgado ontem pela Secretaria do Tesouro Nacional, em agosto, as emissões da DPF foram de R$ 75,63 milhões, enquanto os resgates alcançaram R$ 81,52 bilhões. A dívida é resultado da emissão de títulos pelo Tesouro para financiar o déficit no Orçamento.
A dívida pública interna teve seu estoque ampliado em 0,65%, passando para R$ 3,631 bilhões, devido ao pagamento dos juros. Segundo o Tesouro Nacional, esse valor foi parcialmente compensado pelo resgate líquido (diferença entre emissões e vencimentos) no período de R$ 5,88 bilhões. Já a dívida externa subiu 9,53% em relação a julho.
 
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