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Porto Alegre, terça-feira, 25 de setembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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Tecnologia

Edição impressa de 25/09/2018. Alterada em 24/09 às 21h46min

Tecnopuc recebe debate sobre cidades inteligentes

Garrett elogiou o Zispoa como exemplo de iniciativa local

Garrett elogiou o Zispoa como exemplo de iniciativa local


/MARCO QUINTANA/JC
Carolina Hickmann
Maneiras de transformar Porto Alegre em uma cidade inteligente foi o tema de debate realizado ontem no auditório do Global Tecnopuc. Por unanimidade, os painelistas afirmaram que o principal meio de atingir este objetivo é a partir do capital humano. O evento, que teve presença de autoridades locais além de especialistas internacionais, foi promovido pela Aliança para Inovação de Porto Alegre, da qual fazem parte Pucrs, Ufrgs e Unisinos.
"Talento é o combustível do século XXI", afirmou o presidente da Global Futures Group, Jerry MacArthur Hultin, que assessora cidades, estados e países sobre as melhores práticas no desenvolvimento de cidades inteligentes. Em sua avaliação, o sucesso das cidades depende mais das mentes que aprimoram processos e buscam a inovação do que necessariamente de tecnologias aplicadas ao cotidiano de um município. Com a mesma ótica, o gerente de assuntos internacionais da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Roberto Alvarez, lembra que a relação simbiótica entre governos, universidades e empresariados é fundamental para o desenvolvimento de ideias potencialmente disruptivas, além de talentos.
Uma cidade inteligente, diz Alvarez, engloba desde a fluidez de sua mobilidade urbana, passando pela inteligência das compras públicas para o estímulo de novas práticas, até a capacidade de manter seus talentos. "A cidade precisa ser atrativa para se viver", comenta o gaúcho radicado nos Estados Unidos. Sobre este aspecto, o representante da Ufrgs na aliança, professor Luiz Carlos da Silva, lembra que a Capital apresenta dificuldades em fixar seus talentos, mas está no caminho da construção de uma cidade satisfatória e inteligente.
O senior fellow da Global Federation of Competitiveness Councils (GFCC), Banning Garrett, parabenizou iniciativas como a Zona de Inovação Sustentável (Zispoa). Um movimento baseado na comunidade, para transformar uma parte dos bairros Bom Fim, Farroupilha, Floresta, Independência, Rio Branco e Santana em um lugar sustentável e inovador da América Latina até 2020.
Garret destaca, porém, tendências globais que tem capacidade de mudar os rumos das cidades. Dentre elas, por exemplo, está a crônica volatilidade das economias e os desafios geopolíticos atuais. Garret avalia que os países se fecham cada vez mais a novidades que vêm de fora e ignoram o potencial de colaboração existente.
 
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