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Porto Alegre, sexta-feira, 14 de setembro de 2018.
Aniversário da cidade de Viamão.

Jornal do Comércio

Economia

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Serviços

14/09/2018 - 19h21min. Alterada em 14/09 às 19h24min

Serviços ficam estáveis em julho no Rio Grande do Sul

Maior queda em julho foi verificada em serviços prestados às famílias, como alimentação

Maior queda em julho foi verificada em serviços prestados às famílias, como alimentação


CLAITON DORNELLES /JC
O setor de serviços no Rio Grande do Sul mostrou o desempenho mais acanhado em julho, após o impacto da greve dos caminhoneiros, comparado à indústria e ao varejo e no confronto com o mesmo mês de 2017, segundo levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Pesquisa Mensal dos Serviços, liberada nesta sexta-feira (14), registrou que o volume dos serviços ficou quase estável, com avanço de 0,2%. Mas no confronto com junho deste ano, a queda chegou a 2,4%. 
Nos primeiros sete meses do ano, o desempenho segue ainda negativo, com queda de 1,9%, e em 12 meses em 1,7%. Na média nacional, o setor foi pior, com queda de 2,2% em julho frente a 2017, e de 0,3% em relação a junho passado. No Estado, a maior queda foi em serviços prestados às famílias - que incluem alojamento e alimentação -, de 4,3% no mês, de 2,7% no ano e de 2,3% em 12 meses. O segundo segmento com pior demanda foi informação e comunicação, que caiu 3,7%. No País, transportes e correios foram os mais afetados.
Esta semana o IBGE mostrou que o varejo avançou 1,4% em julho frente ao mês do ano passado. No conceito de varejo ampliado - com venda de material de construção e veículos -, o aumento chegou a 3,1%. Frente a junho, as duas dimensões tiveram volume menor, que expõe ainda os danos da paralisação provocada pelo protesto contra alta do óleo diesel. A indústria gaúcha teve o melhor desempenho na produção industrial do País em julho, frente ao mesmo mês do ano passado com aumento de 13,9%.
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