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Porto Alegre, sexta-feira, 14 de setembro de 2018.
Aniversário da cidade de Viamão.

Jornal do Comércio

Economia

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trabalho

Edição impressa de 14/09/2018. Alterada em 14/09 às 01h00min

País gera 392 mil empregos no primeiro semestre

Setor de serviços registrou o maior número de contratações

Setor de serviços registrou o maior número de contratações


GABRIELA DI BELLA/ARQUIVO/JC
O saldo de empregos com carteira assinada gerados no primeiro semestre deste ano foi de 392 mil em todo o País, um valor 452,37% superior ao mesmo período de 2017, quando foram criadas 71 mil novas vagas. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho.
Com esse resultado, na comparação entre os primeiros seis meses de cada ano, em 2018, foram criadas 321 mil vagas a mais do que no ano anterior. Dos oito setores da economia, sete tiveram saldo positivo nos primeiros seis meses deste ano. O melhor desempenho foi no segmento de serviços, que chegou ao final do primeiro semestre com 279.130 postos de trabalho criados, seguido pela indústria de transformação, que gerou 75.726 vagas, e a agropecuária, com 70.334 empregos novos. Já o comércio fechou 94.839 postos de trabalho com carteira assinada.
A taxa de desemprego, segundo a mais recente Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgada em agosto pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), abrange 12,3% da população economicamente ativa, volume 0,6% menor do que o apurado em março. O número representa um contingente de 12,9 milhões de pessoas sem trabalho no País.
Em uma análise por faixa etária, o levantamento mostra que a maior parte dos empregos gerados no primeiro semestre deste ano (104 mil) inclui jovens entre 18 e 24 anos. Houve, também, uma reversão no fechamento de vagas nas faixas etárias entre 25 a 29 anos e de 30 a 39 anos. Enquanto, na primeira metade do ano passado, esses dois grupos perderam 66 mil vagas de emprego, neste ano, já foram abertas, nessas duas faixas, 46,3 mil novos postos de trabalho.
Por outro lado, continuaram sendo fechadas vagas para trabalhadores nas faixas de 40 a 49 anos (-16,2 mil), 50 a 64 anos (-122,1 mil) e acima de 64 (-29,6 mil), mas em ritmo menor do que no primeiro semestre de 2017, quando essas três faixas etárias viram o fechamento de 266,4 mil postos de trabalho com carteira assinada em todo o País.
Dos 394 mil empregos gerados na primeira metade deste ano, 266 mil vagas foram para trabalhadores com Ensino Médio completo, seguidas de 166 mil para quem tem Ensino Superior completo, 26,4 mil para quem tem Ensino Superior incompleto e 6,6 mil para quem tem Ensino Médio incompleto. Não houve abertura de novas vagas para trabalhadores com escolaridade inferior a essas.
Entre os empregos para quem tem Ensino Médio completo e incompleto, os que absorveram a maior parte das vagas foram alimentador de linha de produção (49 mil), faxineiro (32,3 mil) e auxiliar de escritório (24,2 mil). Para quem tem Ensino Superior completo ou incompleto, a maior parte das vagas foram como auxiliar de escritório (17 mil) e assistente administrativo (14,5 mil).
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