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Porto Alegre, segunda-feira, 03 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

03/09/2018 - 13h38min. Alterada em 03/09 às 13h41min

Economistas reduzem projeção do PIB para 2018 e veem dólar a R$ 3,80

Boletim Focus, do BC, estima em 1,44% crescimento da economia brasileira neste ano

Boletim Focus, do BC, estima em 1,44% crescimento da economia brasileira neste ano


pedro ladeira/AFP/JC
Folhapress
Economistas consultados pelo Banco Central diminuíram suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2018 e elevaram as previsões para o dólar após a eleição. A estimativa de crescimento da economia brasileira agora é de 1,44%, contra 1,47% na semana passada, de acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira (3).
Para 2019, 2020 e 2021 foram mantidas as previsões de expansão de 2,50%. Na sexta-feira (31), o IBGE divulgou que o país cresceu 0,2% entre abril e junho, na comparação com o trimestre anterior.
Apesar de o resultado ter ficado acima do esperado por boa parte dos analistas do mercado financeiro (0,1%), o IBGE revisou para baixo dados de trimestres anteriores, mostrando um PIB mais fraco do que o que se acreditava até então.
Com a disparada do dólar nas últimas semanas -o câmbio chegou a bater R$ 4,21 ao longo de um dia-, os economistas do Focus revisaram também suas projeções para o câmbio em 2018.
A taxa prevista passou de R$ 3,75 há uma semana para R$ 3,80. Há um mês, a previsão era de um dólar a R$ 3,70. Esta foi a segunda alta seguida de cinco centavos realizada pelos consultados. Para 2019, foi mantida a taxa de R$ 3,70.
Mesmo com a pressão do câmbio, os sinais de uma economia mais desaquecida levaram os economistas a reduzirem levemente as estimativas para a inflação. O IPCA, índice oficial do país, de 2018 passou de 4,17% para 4,16% --ainda bem acima dos 4,11% de um mês atrás.
O centro da meta inflacionária do BC para 2018 é de 4,50%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. A inflação ainda sob controle fez com que a projeção da Selic (taxa básica de juros) fosse mantida na máxima histórica de 6,50%.
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