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Petróleo

16/08/2018 - 01h07min. Alterada em 16/08 às 01h00min

Eleição não dificultará 5ª rodada de partilha de produção, diz ANP

A proximidade da mudança de comando no Brasil não será obstáculo para a 5ª rodada de partilha de produção, disse, ontem, o diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Felipe Kury. Segundo ele, o otimismo do investidor com os campos gigantes do pré-sal continua, independentemente de quem vença as eleições.
A proximidade da mudança de comando no Brasil não será obstáculo para a 5ª rodada de partilha de produção, disse, ontem, o diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Felipe Kury. Segundo ele, o otimismo do investidor com os campos gigantes do pré-sal continua, independentemente de quem vença as eleições.
"Para o próximo leilão, assim como os outros, temos expectativa de ser um sucesso. Obviamente, estamos em um período de desafio político, mas as empresas têm mostrado olhar de longo prazo para o Brasil", disse Kury após apresentação no seminário técnico da 5ª Rodada de Partilha de Produção que está sendo realizado na sede da agência no Rio de Janeiro.
"A gente imagina que, em relação às próximas rodadas - em 2019, 2020 e 2021 -, esse ritmo se mantenha, e o Brasil se torne líder do setor de petróleo nos próximos anos", disse Kury, lembrando que, hoje, o Brasil produz 2,6 milhões de barris de petróleo, sendo metade no pré-sal. Em poucos anos, o País vai atingir 5,5 milhões de barris diários com todas as licitações já feitas, citou o diretor da ANP.
O próximo leilão de áreas do pré-sal, marcado para 28 de setembro, vai oferecer quatro campos, sendo três na Bacia de Santos (Titã, Saturno e Pau-Brasil) e um na Bacia de Campos (Sudoeste de Tartaruga Verde). O governo prevê arrecadar R$ 6,82 bilhões em bônus fixo de assinatura. Ao todo, as reservas ofertadas somam 17 bilhões de barris.