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Porto Alegre, quinta-feira, 09 de agosto de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

09/08/2018 - 12h04min. Alterada em 09/08 às 12h23min

Produção da indústria gaúcha avança 17% em junho frente a maio

Setor de coque, derivados de petróleo e biocombustível tiveram maior alta em junho no Estado

Setor de coque, derivados de petróleo e biocombustível tiveram maior alta em junho no Estado


MARCO QUINTANA/JC
Patrícia Comunello
A produção da indústria gaúcha cresceu 17% em junho frente a maio, quando a greve dos caminhoneiros derrubou a atividade. O mês da eclosão da paralisação registrou recuo de 11% na comparação com abril e de 10,9% em relação a maio do ano passado. O desempenho do Estado foi o quarto melhor, segundo a Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM-Regional) divulgada nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas sobre maio de 2017 o incremento foi de apenas 1,1%, indicando ainda ritmo mais lento de retomada. 
A média nacional teve alta de 13,1% em junho frente a maio, dado divulgado na semana passada. O IBGE apontou que 13 dos 15 locais pesquisados tiveram taxas positivas na mais recente apuração, na série com ajuste sazonal. Já frente a junho do ano passado a alta ficou em 3,5%. O Rio Grande do Sul teve avanço de apernas 0,3% de janeiro a junho e queda de 0,3% em 12 meses.
Já no confronto entre os trimestres (comparação com o mesmo do ano anterior) o indicador mostra em 2017 alta de 1,7% (1º trimestre) e de 1,8% (2º trimestre), mas recuo de 1,3% e de 0,5% no terceiro e quarto trimestres, respectivamente. Este ano, a PIM gaúcha ficou em 0,7% no primeiro trimestre e teve estabilidade (0%) no segundo trimestre. Já na média nacional os períodos tiveram altas de 1,3% (1º trimestre), 0,43% (2º trimestre), 3,1% (3º trimestre) e 4,9% (4º trimestre) de 2017 e 3% e 1,7% no 1º e 2º trimestres de 2018, respectivamente.
Os dados setoriais no Estado indicaram que ramo de coque, produtos derivados de petróleo e biocombustível tiveram maior elevação em relação a junho de 2017, ficando em 23,4%. Depois vieram bebidas (19,9%), metalurgia (17,5%), minerais não-metálicos (13%), móveis (13%), celulose, papel e produtos de papel (7,5%), máquinas e equipamentos (5,7%), couro, artigos de viagem e calçados (3%) e alimentos (3%). Já os setores com queda foram - produtos de metal (-2,4%), produtos de borracha e de material plástico (-3,1%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-3,7%), outros produtos químicos (-9,9%) e produtos de fumo (-12,6%). 
As maiores altas em junho frente a maio foram ainda no Paraná (28,4%), Mato Grosso (25,6%), Goiás (20,8%), Santa Catarina (16,8%), São Paulo (14,8%) e Pernambuco (13,5%). Também tiveram números positivos a Região Nordeste (12,3%), Bahia (11,6%), Minas Gerais (7,1%), Ceará (6,8%), Pará (2,8%) e Rio de Janeiro (2,2%). As duas quedas de junho foram no Espírito Santo (-2,0%) e no Amazonas (-1,1). Já frente ao mesmo mês de 2017, 11 dos 15 locais pesquisados cresceram - as maiores altas foram no Pará (13,3%), em Pernambuco (10%) e no Paraná (9,7%). 
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