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Porto Alegre, terça-feira, 24 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura Internacional

Edição impressa de 24/07/2018. Alterada em 24/07 às 01h00min

Trump sinaliza acordo bilateral com México

Donald Trump informou que vai tratar sobre importação de carros europeus com a UE

Donald Trump informou que vai tratar sobre importação de carros europeus com a UE


/BRENDAN SMIALOWSKI/AFP/JC
Agência Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ontem em evento em Washington que o governo dele está negociando com o México "algo dramático" em relação ao comércio entre os dois países.
Na semana passada, em evento com parlamentares, Trump disse que o processo de renegociação do Tratado do Livre-Comércio da América do Norte (Nafta) tem andando bem, mas que agradava mais a ele que houvesse um acordo bilateral. Os membros da equipe do presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, sinalizaram que estão dispostos a conversar sobre o tema com o governo americano.
No evento de ontem que abre a semana "Made in America", Trump declarou também que na quarta-feira vai tratar com a União Europeia sobre a questão da compra de carros do continente, quando ele vai receber com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.
Neste contexto, Trump voltou a defender a sua política protecionista. "Vamos fazer com que a indústria americana seja grande como ela jamais foi", afirmou. "Os líderes americanos antes de mim não fizeram nada. Estamos colocando os traidores comerciais onde eles devem ficar: ninguém vai tirar proveito dos EUA mais."

China nega acusações do presidente dos EUA sobre manipulação da moeda

BC chinês determina flutuação diária controlada do yuan ante o dólar

BC chinês determina flutuação diária controlada do yuan ante o dólar


/AFP/JC
Acusada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de manipular sua moeda para favorecimento das exportações, a China negou que tenha desvalorizado o yuan artificialmente.
As declarações foram feitas ontem pelo porta-voz do Ministério chinês de Relações Exteriores, Geng Shuang. Segundo ele, o país não tem "vontade alguma de dar apoio a suas exportações com desvalorizações competitivas". O governo chinês disse ainda não temer as ameaças de Trump sobre tarifar todas as exportações da China para os EUA.
A moeda chinesa pode flutuar apenas um máximo de 2% frente ao dólar em relação a um curso fixado diariamente pelo Banco Central chinês. Desde abril, o yuan perdeu 8% de seu valor frente ao dólar.
 
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