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Porto Alegre, quarta-feira, 11 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Combustíveis

Notícia da edição impressa de 11/07/2018. Alterada em 11/07 às 01h00min

Petrobras sobe gasolina ao maior valor desde 23 de maio

Essa é a oitava alta seguida do litro nas refinarias desde o fim de junho

Essa é a oitava alta seguida do litro nas refinarias desde o fim de junho


/CLAITON DORNELLES /JC
A Petrobras subirá o preço da gasolina hoje para R$ 2,039 por litro nas refinarias, o maior valor desde o dia 23 de maio, quando a cotação internacional do petróleo chegou perto dos US$ 80 (R$ 306,00) por barril. É a oitava alta seguida desde o dia 22 de junho, acompanhando a escalada das cotações internacionais e a variação da taxa de câmbio.
Desde outubro de 2016, a Petrobras altera os preços dos combustíveis de acordo com a variação das cotações internacionais e da taxa de câmbio. A elas acrescenta margem de lucro e o custo de importação. A política é alvo de questionamentos, que ganharam força durante a greve dos caminhoneiros, no final de maio, e levaram o governo a conceder subvenções ao preço do óleo diesel ao custo de R$ 13,6 bilhões.
O preço da gasolina nas refinarias da estatal acumula alta de 9,31% desde 22 de junho, quando a companhia interrompeu a sequência de quedas iniciada no final de maio a partir do recuo das cotações internacionais. No dia 22 de maio, a gasolina vendida pela estatal atingiu o maior valor desde que foi iniciada a política de reajustes diários: R$ 2,0867 por litro.
Segundo a estatal, o valor cobrado por suas refinarias representa 31% do preço final do combustível nas bombas - a conta considera o preço da última semana de junho. O restante é composto por impostos, margens de lucro de distribuição e revenda, e o percentual de etanol anidro misturado ao produto vendido nos postos, atualmente em 27%.
No início de julho, 15 estados aumentaram o preço de referência para o cálculo do ICMS sobre a gasolina, o que deve ter reflexo nos preços de bomba.
 
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