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Mercado Financeiro

09/07/2018 - 09h19min. Alterada em 09/07 às 09h19min

Cobre se recupera, após perdas causadas por tensões comerciais

Os futuros de cobre operam em alta significativa nesta manhã, recuperando-se de perdas geradas por tensões comerciais nas últimas semanas. Por volta das 8h35min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,96%, a US$ 6.369,00 por tonelada.
Os futuros de cobre operam em alta significativa nesta manhã, recuperando-se de perdas geradas por tensões comerciais nas últimas semanas. Por volta das 8h35min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,96%, a US$ 6.369,00 por tonelada.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em setembro avançava 1,03%, a US$ 2,8530 por libra-peso, às 9h05min (de Brasília).
Nos últimos tempos, o cobre e outros metais foram pressionados por preocupações relacionadas a um embate comercial entre EUA e China. Na sexta-feira (6), os EUA cumpriram a promessa de impor tarifas de 25% sobre US$ 34 bilhões em produtos chineses. No mesmo dia, Pequim retaliou com tarifação idêntica sobre bens americanos do mesmo valor.
Apenas o cobre acumulou perdas de 12,7% ao longo do último mês, enquanto outros perderam ao menos 8% no mesmo período. Alguns analistas, porém, acreditam que o movimento recente de liquidação dos metais pode ter sido exagerado.
"Efeitos comerciais diretos no Produto Interno Bruto (PIB) provavelmente causariam impacto limitado na demanda por cobre, a menos que a situação se deteriore para uma guerra comercial entre os EUA e o mundo", disseram estrategistas do ING em nota a clientes.
Além disso, o índice DXY do dólar se enfraquece nos negócios da manhã, tornando os metais mais atraentes para quem utiliza outras moedas. Entre outros metais na LME, o viés era positivo. No horário indicado acima, o alumínio subia 0,86%, a US$ 2.104,50 por tonelada, o estanho avançava 0,31%, a US$ 19.445,00 por tonelada, o níquel ganhava 0,9%, a US$ 14.085,00 por tonelada, e o chumbo aumentava 0,77%, a US$ 2.362,00 por tonelada.