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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 05/07/2018. Alterada em 05/07 às 01h00min

Dólar à vista sobe 0,40% e volta a superar R$ 3,90

O dólar voltou a subir ontem, e o real teve o pior desempenho ante a divisa norte-americana considerando uma cesta de 16 moedas. O dia, porém, foi de poucos negócios, por conta do feriado nos Estados Unidos, e o Banco Central (BC) seguiu fora do mercado de câmbio, marcando a oitava sessão consecutiva sem leilão extraordinário de swap. A instituição fez apenas o leilão de rolagem dos contratos que vencem em agosto, em operação que somou US$ 700 milhões.
O dólar à vista fechou em R$ 3,9131, com valorização de 0,40%; e, após uma manhã volátil, firmou alta na parte da tarde e voltou ao maior nível desde 7 de junho (R$ 3,9146).
Ontem, por causa do feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos, o volume de negócios no mercado brasileiro ficou bem abaixo da média de outros dias. No mercado futuro, o giro foi de apenas US$ 5,9 bilhões, um terço de dias normais. No segmento à vista, foi de US$ 425 milhões, também três vezes menor que pregões normais.
O último dia em que o Banco Central fez leilão de novos contratos de swap foi na sexta-feira, 22 de junho, com oferta de US$ 1 bilhão. Na quarta-feira da semana passada, dia 27, o BC entrou no mercado por meio de leilão de linha (venda de dólar à vista com compromisso de recompra), com US$ 2,4 bilhões.
Para o diretor da Wagner Investimentos, José Faria Junior, a ausência do Banco Central no mercado por todos esses dias seguidos sem novas intervenções dificulta a queda do dólar para próximo dos R$ 3,80. Com isso, a moeda tem oscilado ao redor dos R$ 3,90.

Ibovespa registra alta de 1,46%

O Ibovespa sustentou o sinal positivo e fechou em alta pelo quinto pregão consecutivo. O principal índice de ações da B3 terminou o dia aos 74.743 pontos, em alta de 1,46%. Os ganhos foram impulsionados pelo noticiário doméstico positivo para as estatais brasileiras, cujas ações dispararam.
À tarde, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu que somente passará a valer em 2019 a regra que determina um prazo de 150 dias para o envio de informações do governo para análise do TCU, antes da publicação do edital de privatização. Esse prazo inviabilizaria o leilão de excedente da cessão onerosa da Petrobras, que deve render cerca de R$ 100 bilhões ao caixa do governo.
Com a notícia, as ações da Petrobras tiveram altas de 4,86% (ON) e 5,43% (PN). Os papéis da Eletrobras foram de longe as maiores altas do Ibovespa, com ganhos de 17,99% (ON) e 16,61% (PN).
Os negócios do dia somaram R$ 5,634 bilhões, contra R$ 13 bilhões da média diária de junho. Em cinco dias consecutivos de ganhos, o Ibovespa acumula valorização de 5,85%, reduzindo a perda acumulada do ano para 2,17%.
Bolsa
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