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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Combustíveis

Notícia da edição impressa de 05/07/2018. Alterada em 05/07 às 07h48min

Gás de cozinha sobe 4,4%, a partir desta quinta

No acumulado do ano, botijão de 13 kg apresenta queda de 5,2%

No acumulado do ano, botijão de 13 kg apresenta queda de 5,2%


/JOÃO MATTOS/JC
A Petrobras anunciou ontem que aumentou, em média, 4,4% o chamado gás de cozinha, referente a um botijão de 13 quilos de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). O novo preço, sem tributos, será de R$ 23,10 na refinaria. No acumulado do ano, o GLP de 13 kg acumula queda de 5,2% em relação a dezembro de 2017, informou a estatal. Os novos preços entram em vigor nesta quinta-feira (5). 
Pelo levantamento de preços da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o valor médio do botijão de 13 kg ao consumidor no Brasil é de R$ 68,28 - sendo o maior preço R$ 115,00, e o menor, R$ 50,00. O gás de cozinha começou a ter reajuste trimestral em janeiro deste ano, "para suavizar os repasses da volatilidade dos preços ocorridos no mercado internacional para o preço doméstico", disse a Petrobras na época.
Em nota no seu site, a empresa apontou como motivos o ajuste à alta da cotação internacional do GLP, que subiu 22,9% entre março e junho, período em que a desvalorização do real frente ao dólar foi de 16%. Segundo a Petrobras, o impacto ao consumidor brasileiro seria maior do que o concedido, mas foi diluído pela combinação entre o período de nove meses usado como base para o cálculo do preço, conforme definido na metodologia anunciada em janeiro, e o mecanismo de compensação que permitirá que eventuais diferenças entre os preços praticados ao longo do ano e o preço internacional sejam ajustadas ao longo do ano seguinte, conciliando a redução da volatilidade dos preços com os resultados da Petrobras.
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que, depois do aumento de 4,4% anunciado pela Petrobras para o gás de cozinha, a diferença entre o preço do gás empresarial e o do residencial foi para 57,52%. Em relação ao preço praticado no mercado internacional, o "ágio" da Petrobras seria de 25,45%, segundo o Sindigás.
"Esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial as empresas que operam com uso intensivo de GLP", disse o Sindigás em nota. Segundo a entidade, os ajustes do gás de cozinha irão variar entre 4,2% e 4,6%, dependendo do polo de suprimento.
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