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Porto Alegre, terça-feira, 03 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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consumo

Notícia da edição impressa de 03/07/2018. Alterada em 03/07 às 01h00min

Comprar Big Mac no Brasil exige mais de 50 minutos de trabalho

Um paulistano precisa trabalhar, em média, 52,5 minutos para comprar um Big Mac. O sanduíche exige ainda mais esforço no Rio de Janeiro, onde é preciso trabalhar 56,7 minutos para que possa ser comprado.
Em 2015, última vez em que a análise foi feita, era preciso menos da metade do tempo de quem morava em São Paulo. O Big Mac era comprado na cidade com 25 minutos de trabalho e, no Rio, com 32 minutos.
O resultado aparece em relatório do banco suíço UBS, que faz análises a cada três anos sobre o custo de vida em 77 cidades pelo mundo. Para chegar a ele, a instituição comparou o custo médio para compra desses produtos em cada local com o salário de 15 profissões.
São Paulo e Rio aparecem entre as de maior custo de vida. A primeira tem o 60º Big Mac que demanda mais horas de trabalho, e a segunda aparece na 66ª posição. O ranking é liderado por Hong Kong, em que o Big Mac demanda apenas 11,8 minutos; seguido por Taipé (Taiwan), onde são necessários 12 minutos; e Tóquio (12,2 minutos). Na outra ponta, a cidade com o lanche mais caro, na comparação por tempo de trabalho, é Nairobi (Quênia), onde são necessários 1.033,8 minutos.
O UBS também analisou o desempenho das cidades em relação ao trabalho necessário para comprar o iPhone X, topo de linha dos smartphones da Apple.
Nesse ranking, as cidades brasileiras ganham algumas colocações. São Paulo fica na 52ª posição, exigindo 288,7 horas de trabalho, ou seja, cerca de 36 jornadas de oito horas. O Rio, por sua vez, fica na 57ª posição, exigindo 316 horas (39,5 jornadas).
Em Zurique (Suíça), mais bem colocada no ranking, é preciso trabalhar 38,2 horas para comprar o aparelho, pouco mais do que cinco dias. Na outra ponta, a cidade do Cairo (Egito), última da lista, exige 1.062 horas de trabalho, ou 132,75 dias, de quem quer adquirir o mesmo aparelho.
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