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Porto Alegre, segunda-feira, 02 de julho de 2018.
Dia do Bombeiro Brasileiro.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Notícia da edição impressa de 02/07/2018. Alterada em 02/07 às 01h00min

Ibovespa termina junho com perda de 5,2%

Com o petróleo e as bolsas de Nova Iorque em alta, o Índice Bovespa encontrou fôlego para mais um pregão de ganhos, conduzidos principalmente pelas ações dos setores financeiro e de commodities. O noticiário doméstico mais ameno dos últimos dias também contribuiu. O indicador terminou a sessão da sexta-feira passada aos 72.762,51 pontos, com saldo positivo de 1,39%. Apesar da alta de 3% na semana, o índice contabilizou queda de 5,2% em junho. No semestre, houve perda de 4,76%.
"A bolsa amanheceu sob a influência positiva dos mercados internacionais, com destaque para o tom mais ameno do presidente Donald Trump. Por aqui, também contribuíram para a alta os ajustes de carteiras para o final do semestre", disse Ariovaldo Ferreira, gerente de renda variável da Hcommcor.
Para os próximos meses, o consenso entre analistas é de aumento da volatilidade. Ariovaldo Ferreira, da Hcommocor, afirma que, apesar da previsão de um mês de julho menos movimentado, por conta dos recessos parlamentar e judiciário, é crescente a preocupação com o futuro dos ativos domésticos no segundo semestre, dada a expectativa de instabilidade gerada pela aproximação das eleições presidenciais.
"O ideal para a bolsa continuar a recuperar as perdas seria que o dólar se mantenha em patamares confortáveis e a inflação continue comportada. Mas não foi o que vimos em junho, quando ainda sentimos os efeitos da greve dos caminhoneiros e vimos o Banco Central ter de intervir no câmbio", disse o gerente. Outro ponto destacado por ele para julho é o início da safra de balanços do segundo trimestre, que mostrarão os efeitos dos últimos eventos no desempenho das empresas.
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Representantes de poupadores podem ganhar até R$ 600 milhões em ações contra planos econômicos

Dez associações de defesa do consumidor deverão receber até R$ 600 milhões em honorários pelo acordo fechado entre poupadores e bancos para cobrir perdas sobre a remuneração da poupança nos planos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor 2 (1991). O acordo, em fase de adesão para quem tem ação individual ou coletiva, prevê o pagamento pelos bancos de R$ 12 bilhões. Os órgãos de defesa terão direito a 5%.
A negociação foi feita pela Frente Brasileira de Poupadores (Febrapo) - o órgão mais conhecido do grupo, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), deixou a entidade após a decisão da Justiça. A maior parte das outras associações é desconhecida e não tem registro de atividades em causas semelhantes. Uma delas foi apontada por um ministro do STJ como "associação de gaveta", quando uma instituição é criada por advogados para tirar proveito de ações civis públicas. Para especialistas, mesmo com esses problemas, o acordo é legítimo.
No entanto, o poupador que tentar contato com associações pode se deparar com salas fechadas e telefones inexistentes. Não é tarefa simples entrar em contato com algumas das associações de defesa do consumidor que assinaram o acordo e podem fazer essa intermediação. Em alguns casos, o poupador chegará, desavisadamente, a um escritório de advocacia.
Podem aderir poupadores que tenham alguma ação individual ou coletiva na Justiça, ou os que executaram sentenças de ações coletivas até 31 de dezembro de 2016, independentemente do vínculo com as associações.
Quem procurar, por exemplo, a Associação de Defesa dos Usuários do Sistema Financeiro de Americana e Região (Ausfar) vai encontrar um escritório de contabilidade e advocacia.
O mesmo acontece quando se busca o Instituto Pro Justiça Tributária, de Curitiba, e o Instituto Virtus de Cooperação, Desenvolvimento e Cidadania, de Francisco Beltrão (PR). Os telefonemas caem, respectivamente, em um escritório de contabilidade e de advocacia. Ambos desconhecem os institutos.
 
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