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Porto Alegre, quarta-feira, 27 de junho de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 27/06/2018. Alterada em 27/06 às 01h00min

Ibovespa sobe 0,64% com alta do petróleo

A recuperação das bolsas de Nova Iorque e a alta dos preços do petróleo permitiram ao Índice Bovespa manter o viés positivo pelo terceiro pregão consecutivo. O índice alternou altas e baixas ao longo do dia e terminou a sessão aos 71.404 pontos, com ganho de 0,64%, puxado principalmente pelas ações de Petrobras e Vale. Os negócios continuaram abaixo da média do mês e somaram R$ 8,605 bilhões.
O dia foi marcado pela alta dos preços do petróleo, reforçada pelas sinalizações de que os Estados Unidos vão endurecer sua postura com o Irã, para que o seja impedido de vender a commodity no mercado global. Em Nova Iorque, o WTI para agosto subiu 3,60%, para US$ 70,53, o maior nível do barril desde 24 de maio. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para setembro avançou 2,13%, para US$ 76,14. Com isso, as ações da Petrobras fecharam o dia contabilizando altas de 2,38% (ON) e 2,17% (PN).
Já Vale ON subiu 2,50%, fechando na máxima do dia (R$ 48,34), acompanhando a alta dos preços do minério de ferro no mercado à vista chinês. A mineradora confirmou em comunicado à imprensa que fechou um Termo de Ajustamento de Conduta com a Samarco para a reparação dos danos causados ao longo da Bacia do Rio Doce pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais. O acordo não altera os ratings da companhia e de suas controladoras, na avaliação da agência de classificação de risco Fitch.
O Banco Central (BC) resolveu não intervir no mercado de câmbio hoje e, após renovar máximas, o dólar bateu em R$ 3,80 perto do fechamento, acompanhando o movimento de alta generalizada da moeda norte-americana nesta data no mundo, por conta das discussões comerciais entre os Estados Unidos e a China. Ontem, o presidente Donald Trump declarou que não pretende adotar restrições para os investimentos chineses em empresas nos EUA.
O dólar à vista subiu 0,57% e terminou em R$ 3,7981, o nível mais alto desde o último dia 14. Operadores de câmbio ressaltaram que a falta de ação do BC nesta terça-feira no mercado provocou certa ansiedade nas mesas de operação no final da tarde, o que ajudou a pressionar um pouco as cotações, com a expectativa dos agentes pelos próximos passos do BC.
Dias sem intervenção no câmbio têm sido raridade nas últimas semanas. O BC tem feito ao menos um leilão de swap extraordinário por dia e, na segunda-feira, 25, fez o primeiro leilão de linha desde março, que, dos US$ 3 bilhões ofertados, colocou em US$ 500 milhões no mercado à vista, uma sinalização de fraca demanda por dólar pronto, mas que ajudou a acalmar os investidores.
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