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Indústria

Notícia da edição impressa de 22/06/2018. Alterada em 22/06 às 01h00min

Queda na confiança do industrial gaúcho é a maior desde 2015

A incerteza em relação ao futuro da economia brasileira e à situação das empresas aumentou após a crise provocada pela paralisação dos caminhoneiros no mês passado. É o que revela o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei-RS) de junho, divulgado nesta quinta-feira pela Fiergs, ao cair 6,2 pontos, a mais acentuada desde fevereiro de 2015, e atingir 50,4, o menor nível em dois anos. Foi a terceira redução consecutiva entre as 237 consultadas.
A incerteza em relação ao futuro da economia brasileira e à situação das empresas aumentou após a crise provocada pela paralisação dos caminhoneiros no mês passado. É o que revela o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei-RS) de junho, divulgado nesta quinta-feira pela Fiergs, ao cair 6,2 pontos, a mais acentuada desde fevereiro de 2015, e atingir 50,4, o menor nível em dois anos. Foi a terceira redução consecutiva entre as 237 consultadas.
O maior recuo ficou com o índice das Condições Atuais, 11 pontos, ao passar de 53,8, em maio, para 42,8 em junho. O empresário não percebia piora nas condições atuais, expressa pelo resultado abaixo dos 50 pontos, desde agosto de 2017. O índice de Condições da Economia Brasileira recuou 15,6 pontos e chegou a 35,1. Nos últimos três meses, o percentual de empresários que percebem piora na economia subiu de 13% para 28,8%.
O Índice de Expectativas (IE) recuou 3,8 pontos sobre maio, para 54,1, mas seguiu na faixa de otimismo. Mais uma vez, foram sobre a economia brasileira que incidiram as revisões mais profundas, com o otimismo cedendo lugar ao pessimismo: o índice caiu de 53,4 para 46,6 pontos. As expectativas sobre as empresas recuaram de 60,5 para 58 pontos entre maio e junho, sustentando o índice geral no campo otimista.