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Porto Alegre, quarta-feira, 20 de junho de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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varejo

Notícia da edição impressa de 20/06/2018. Alterada em 20/06 às 01h00min

IGP-M acumula inflação de 6,8% em 12 meses

O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 1,75% na segunda prévia de junho. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa é superior ao 1,2% registrado na segunda prévia de maio. Em 12 meses, o IGP-M acumula taxa de 6,8%.
A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de junho. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 2,24% em junho, ante um avanço de 1,71% na segunda prévia de maio. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou elevação de 0,99% na prévia de junho, depois de uma alta de 0,20% em igual leitura de maio. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve alta de 0,48% na segunda prévia de junho, depois do aumento de 0,44% na segunda prévia de maio.
O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de maio a 10 de junho. No dado fechado do mês de maio, o IGP-M subiu 1,38%, segundo a FGV.
Os preços dos produtos agropecuários mensurados pelo IPA agrícola sofreram forte alta: subiram 3,26% no atacado, na segunda prévia do IGP-M de junho. Na mesma prévia de maio, houve elevação de 0,57%, informou a FGV.
Os produtos industriais no atacado - que são medidos pelo IPA Industrial - tiveram elevação de 1,89% na segunda prévia de junho, ante alta de 2,10% na mesma prévia do mês anterior.
Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais tiveram elevação de 2,17% na segunda prévia de junho, depois do avanço de 0,18% na mesma prévia de maio.
Os preços dos bens intermediários tiveram aumento de 2,41% na prévia de junho, ante elevação de 2,50% na segunda prévia de maio. Os preços das matérias-primas brutas subiram 2,10% na segunda leitura de junho, após uma alta de 2,63% na mesma prévia de maio.
 
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