Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 12 de junho de 2018.
Dia dos Namorados.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

conjuntura internacional

Alterada em 12/06 às 20h27min

Banco Central da Argentina mantém taxa básica de juros em 40%

O Banco Central da República Argentina (BCRA) manteve em 40% a taxa básica de juros da economia, citando o compromisso com as novas metas de inflação determinadas no acordo de US$ 50 bilhões na semana passada com o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"O cumprimento destas novas metas se vê favorecido por um novo desenho de política monetária, no qual se destacam a eliminação das transferências do Tesouro, a recompra de Letras Intransferíveis por parte dele (com consequente redução do estoque de passivos remunerados do BCRA) e o compromisso do Poder Executivo de elevar o Congresso a um projeto de reforma constitucional que consolide o funcionamento de um Banco Central mais independente", disse a instituição.
O BCRA defendeu que as metas - que passaram a ser de 17% no próximo ano, de 13% em 2020 e de 9% em 2021 - são adequadas diante deste "novo ponto de partida".
De acordo com a instituição, o BCRA vai se guiar por um indicativo de inflação internaual ao final de cada trimestre. "Para o segundo trimestre de 2019, quando se cumpre o período de 12 meses sob o novo formato, o BCRA vai procurar alcançar uma inflação menor que 22%, em linha com a expectativa do Levantamento de Expectativas de Mercado", exemplificou a instituição.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia