Porto Alegre, domingo, 15 de março de 2020.
Dia Mundial do Consumidor. Dia da Escola.

Jornal do Comércio

Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

mercado financeiro

07/06/2018 - 08h06min. Alterada em 07/06 às 08h06min

Bolsas asiáticas fecham majoritariamente em alta, na esteira de Nova Iorque

As bolsas asiáticas encerraram os negócios desta quinta-feira majoritariamente em alta, mais uma vez sustentadas por uma nova rodada de ganhos em Wall Street, mas as da China continental ficaram no vermelho, apesar de indícios de avanços nas discussões comerciais com os EUA.
As bolsas asiáticas encerraram os negócios desta quinta-feira majoritariamente em alta, mais uma vez sustentadas por uma nova rodada de ganhos em Wall Street, mas as da China continental ficaram no vermelho, apesar de indícios de avanços nas discussões comerciais com os EUA.
Ontem, os índices acionários de Nova Iorque subiram, com o Nasdaq renovando máxima histórica de fechamento, em meio à perspectiva de fortalecimento da economia americana.
O Japão liderou os ganhos hoje na Ásia. Garantindo valorização pelo quarto pregão consecutivo, o Nikkei avançou 0,87% em Tóquio, a 22.823,26 pontos, graças ao bom desempenho de ações financeiras e de montadoras.
Em outras partes da região asiática, o Hang Seng teve alta de 0,81% em Hong Kong, a 31.512,63 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi voltou de um feriado nacional com ganho de 0,69% em Seul, a 2.470,58 pontos, e o Taiex subiu 0,45%, a 11.251,75 pontos, atingindo o maior nível desde 23 de janeiro.
Os mercados chineses, por outro lado, tiveram perdas. O Xangai Composto recuou 0,18%, a 3.109,50 pontos, e o Shenzhen Composto, formado em boa parte por startups de menor valor de capitalização, caiu 0,63%, a 1.767,96 pontos.
O tom negativo na China prevaleceu apesar de Pequim ter assegurado mais cedo que teve "progresso concreto" em sua mais recente rodada de negociações comerciais com os EUA, ocorrida no último fim de semana.
O porta-voz do Ministério do Comércio chinês, Gao Feng, não confirmou se Pequim ofereceu comprar quase US$ 70 bilhões em produtos dos EUA, como foi noticiado pelo The Wall Street Journal na terça-feira (05), mas disse que ampliar importações é uma estratégia de longo prazo do país.
No fim de semana, investidores ficarão atentos a uma reunião de líderes do grupo dos sete países mais industrializados, o chamado G-7, em busca de sinais sobre a perspectiva do comércio internacional.
Na Oceania, a bolsa australiana foi impulsionada por ações de petrolíferas e de alguns grandes bancos domésticos, e o índice S&P/ASX 200 avançou 0,53% em Sydney, a 6.057,30 pontos.