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Notícia da edição impressa de 07/06/2018. Alterada em 07/06 às 02h00min

Acrefi reduz estimativas do mercado de crédito em 2018

A Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) revisou suas estimativas sobre o mercado de crédito em 2018. Na carteira de crédito de recursos livres para pessoa física, foi feito um corte de dois pontos percentuais. "Estávamos com projeção de 7%, revisada para 5% após a greve dos caminhoneiros", disse o economista-chefe da entidade, Nicola Tingas.

A Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) revisou suas estimativas sobre o mercado de crédito em 2018. Na carteira de crédito de recursos livres para pessoa física, foi feito um corte de dois pontos percentuais. "Estávamos com projeção de 7%, revisada para 5% após a greve dos caminhoneiros", disse o economista-chefe da entidade, Nicola Tingas.

Já na carteira de crédito para pessoa jurídica, a expectativa também é de expansão menor. "No começo do ano, era 3%, mas está entre 1,5% a 2%. Ainda não temos informações dos efeitos secundários da greve", comentou o economista.

No início desta semana, a Acrefi havia anunciado a revisão de crescimento do PIB em 2018, de 2,2% para 1,7%. Para o fim do ano, a entidade espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central mantenha a taxa básica de juros em 6,50% ao ano. Já a projeção da Acrefi para o IPCA ao fim de 2018 é de 4%, enquanto a previsão para a taxa de câmbio é US$ 1 a R$ 3,90.

A percepção do brasileiro sobre o cenário econômico e em relação às finanças pessoais melhorou até abril, revela a pesquisa Perspectivas, realizada pela Acrefi e pela Kantar TNS. Ao mesmo tempo em que a parcela de brasileiros otimistas com o futuro saltou de 23%, na última pesquisa (outubro de 2017), para 29% em abril, o grupo de entrevistados que se dizia pessimista recuou de 9% para 5%. Outros 60% se disseram preocupados, e 6% demonstraram resignação.

Sobre a situação atual, 24% entendem o momento como regular; 3%, como bom; e 1% entende que está ótimo. A avaliação de ruim (34%) ou péssimo (38%) corresponde a 72% dos entrevistados. A pesquisa foi finalizada antes da deflagração da greve dos caminhoneiros no País.