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- Publicada em 07h34min, 14/09/2021.

Negritude e Diáspora Africana em entrevista do projeto "Arte como ciência'

Apresentação de Quanda Johnson será transmitida pelo YouTube nesta terça-feira (14), às 14h30min

Apresentação de Quanda Johnson será transmitida pelo YouTube nesta terça-feira (14), às 14h30min


Gwynn Gillis/Divulgação/JC
O episódio do projeto internacional Arte como ciência traz nesta terça-feira (14) uma entrevista com a performer e pesquisadora norte-americana Quanda Johnson. Às 14h30min, pelo canal youtube.com/artecomociencia, ela expõe sua abordagem singular das temáticas da negritude, racismo e justiça social por meio de linguagem híbrida entre crítica acadêmica e performatividade artística.
O episódio do projeto internacional Arte como ciência traz nesta terça-feira (14) uma entrevista com a performer e pesquisadora norte-americana Quanda Johnson. Às 14h30min, pelo canal youtube.com/artecomociencia, ela expõe sua abordagem singular das temáticas da negritude, racismo e justiça social por meio de linguagem híbrida entre crítica acadêmica e performatividade artística.
Em Trauerspiel: Sujeito do Não-Ser, Quanda apresenta uma investigação acadêmico-performática a respeito do Trauma Negro através do olhar branco, e das violências coletiva e doméstica. Consiste em três segmentos individuais: Em Busca da Terra Negra: um estudo diferente da raça negra, A Balada de Anthony Crawford: uma carta de amor para a América/remix e Trauerspiel: sujeito do não-ser. A entrevista envolve ainda apresentação de imagens de artes que dialogam com seu conteúdo performativo.
A apresentação é uma performance criativa, interdisciplinar e autoetnográfica que interroga três formas básicas nas quais o corpo/psique Negro é traumatizado: o olhar branco, a violência coletiva/de justiceiros e a violência autoinfligida dentro de espaços Negros "seguros", principalmente o lar Negro. Esses parâmetros de trauma lançam os corpos Negros na modernidade Atlântica dentro de uma visão hegemônica perpétua de vitimização.
No entanto, Quanda argumenta que há uma “existência”, uma ontologia criativa, para o corpo/psique Negro desconstruído que suplanta a vítima, e que a "intermediação" do trauma Negro - aquele espaço liminar que ela chama de "o atropelo" - é onde a ontologia da Negritude na modernidade Atlântica pode viver. Suas principais referências teórico-performáticas são Romare Bearden, Bill T. Jones e Coco Fusco, cujas obras a embasam na investigação de seu próprio trabalho e processo. Embora cada um deles represente uma área distinta do fazer criativo: artes visuais, dança e teatro, respectivamente, eles compartilham com a prática dela um foco que é interdisciplinar, autoetnográfico e cuja essência é o corpo Negro e a ontologia Negra.
A entrevista será realizada ao vivo em inglês e que o projeto conta com tradução para o português e espanhol. O público é incentivado a enviar perguntas e compartilhar suas ideias por meio do chat da plataforma YouTube.
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