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artes cênicas

- Publicada em 20h13min, 14/06/2021.

Porto Alegre em Cena ocorre de 19 a 31 de outubro em formato híbrido

Um dos destaques estrangeiros é a montagem espanhola 'Museu da ficção I: Império'

Um dos destaques estrangeiros é a montagem espanhola 'Museu da ficção I: Império'


Matias Umpierrez/Divulgação/JC
Com transmissões ao vivo e também presenciais, o 28º Porto Alegre em Cena irá ocorrer de 19 a 31 de outubro, em formato híbrido. As propostas da edição 2021 são desfrutar de outras realidades por meio da arte e a retomada da sensibilidade e das emoções em tempos difíceis como os enfrentados mundialmente. O evento terá sessões com recursos online, nas plataformas virtuais, nas ruas, nos teatros e nas galerias de arte. 
Com transmissões ao vivo e também presenciais, o 28º Porto Alegre em Cena irá ocorrer de 19 a 31 de outubro, em formato híbrido. As propostas da edição 2021 são desfrutar de outras realidades por meio da arte e a retomada da sensibilidade e das emoções em tempos difíceis como os enfrentados mundialmente. O evento terá sessões com recursos online, nas plataformas virtuais, nas ruas, nos teatros e nas galerias de arte. 
“Fazer o Porto Alegre em Cena e tantos outros importantes festivais de arte é um ato de resistência não apenas da nossa cultura e da importância das nossas atividades, mas um ato de resistência contra a barbárie. Estamos aqui mais uma vez fincando pé e afirmando que as artes são essenciais para transformação das cidades e das pessoas”, declara Fernando Zugno, diretor do evento.
Inspirado fortemente no sucesso do ano passado, com apresentações anti-aglomeração, em intervenções em espaços públicos para os espectadores – que estavam dentro de casa, das janelas, no ônibus ou em trânsito – devem permanecer nesta edição. Outro sucesso experimentado na edição anterior foram as muitas plataformas utilizadas – e-mails, zoom, Instagram, WhatsApp, ligações – que serão transportados para galerias de arte e teatros também.
"Nesta 28ª edição, algumas obras de arte nos convidam a olhar para nossa cidade, para o nosso território, nosso chão sagrado. Neste festival, vamos propor tecer sobre nossa cidade uma outra que se conecte com o passado e nos resgate um solo sagrado de antes das pedras portuguesas serem instaladas, apagando uma história que, talvez, hoje, seja a que vai nos ajudar a criar um futuro possível", reflete Zugno. Esse pensamento curatorial surge a partir de conversas com o artista Xadalu Tupã Jekupé, que irá criar uma obra exclusiva para o festival.
Na programação completa que deverá ser divulgada em breve, estarão apresentações locais, nacionais e internacionais, que terão transmissão pelo site e canal oficial no YouTube, não perdendo de vista as ruas e espaços culturais. Um dos destaques estrangeiros é a montagem espanhola Museu da ficção I: Império (foto acima), que contará com setores no palco e na plateia, enquanto o público percorre a exposição criada por Matías Umpierrez com os aclamados Robert Lepage e Ángela Molina, que fazem parte da ficha técnica. 
Foi confirmada também nesta edição a instalação de Jaider Esbell, artista, escritor e produtor cultural indígena da etnia Makuxi, natural de Roraima. Recentemente, Jaider expôs, em Belo Horizonte, cobras luminosas gigantes a céu aberto. A aposta será reproduzir a obra em solo gaúcho.
Já o Inclusão em Cena, que nos últimos cinco anos foi uma programação realizada de forma paralela ao festival, volta a conexão com todas as demais atrações, promovendo acesso e troca das periferias, crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social aos espetáculos e ações ao longo de todo o evento.
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