Porto Alegre, terça-feira, 17 de novembro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
terça-feira, 17 de novembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

televisão

- Publicada em 16h38min, 17/11/2020.

Infectologista Rosana Richtmann é entrevistada por Marcelo Tas no #Provoca

Médica comenta investimento científico e politização das vacinas da Covid-19

Médica comenta investimento científico e politização das vacinas da Covid-19


TV CULTURA/DIVULGAÇÃO/JC
A médica e infectologista Rosana Richtmann é a convidada do programa #Provoca desta terça-feira (17). Na conversa, comandada por Marcelo Tas, ela falará sobre novo coronavírus, vacinas, investimento científico, perda da fé na ciência, presença das mulheres na área e a escolha da carreira. A edição inédita vai ao ar às 22h15min, na TV Cultura e no YouTube.
A médica e infectologista Rosana Richtmann é a convidada do programa #Provoca desta terça-feira (17). Na conversa, comandada por Marcelo Tas, ela falará sobre novo coronavírus, vacinas, investimento científico, perda da fé na ciência, presença das mulheres na área e a escolha da carreira. A edição inédita vai ao ar às 22h15min, na TV Cultura e no YouTube.
Sobre ter se candidatado a receber a vacina, ela diz: "[...] nós da saúde e da ciência temos obrigação de dar uma resposta para a população. Quanto mais você se envolver, melhor. Então eu me inscrevi nos três projetos, do Butantã, de Oxforf e da Biontech com a Pfizer. O primeiro que me chamou, eu aderi. Então eu sou voluntária de uma e pesquisadora da outra".
Em entrevista a Marcelo Tas, Rosana comenta que a politização da vacina, do tratamento, de uma maneira geral, não acomete o cientista. "O principal pesquisador da vacina de Oxford conversa com o principal da vacina CoronaVac, que conversa com o pesquisador da outra. O que nós queremos, o nosso problema é o vírus [...]. Esses grandes chefes acabam induzindo as pessoas a comportamentos inadequados [...]. É a mesma coisa que eu fazer uma regra no hospital e simplesmente não cumprir", explica a infectologista.
Comentários CORRIGIR TEXTO