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artes visuais

- Publicada em 15h43min, 06/11/2020.

Exposição de André Santos sobre o tempo fica em cartaz na Gravura Galeria até sábado

Mostra 'A opulência do tempo' traz obras com técnicas mistas

Mostra 'A opulência do tempo' traz obras com técnicas mistas


GRAVURA GALERIA/DIVULGAÇÃO/JC
Sexta-feira (6) e sábado (7) são os últimos dias para visitar a exposição A opulência do tempo, do artista plástico André Santos, na Gravura Galeria de Arte (Coronel Corte Real, 647). As obras misturam técnicas com o uso de novos elementos na construção de seu trabalho: óxido de ferro, soldas e chapas metálicas, fios de estanho cobre e alumínio, fragmentos de pedras semipreciosas e vernizes. A mostra traz reflexões sobre a soberania do tempo e as transformações que configuram sua complexidade.
Sexta-feira (6) e sábado (7) são os últimos dias para visitar a exposição A opulência do tempo, do artista plástico André Santos, na Gravura Galeria de Arte (Coronel Corte Real, 647). As obras misturam técnicas com o uso de novos elementos na construção de seu trabalho: óxido de ferro, soldas e chapas metálicas, fios de estanho cobre e alumínio, fragmentos de pedras semipreciosas e vernizes. A mostra traz reflexões sobre a soberania do tempo e as transformações que configuram sua complexidade.
A Gravura Galeria funciona de segunda a sexta-feira, das 9h30min às 18h30min, e nos sábados, das 9h30min às 13h30min. O uso de máscara é obrigatório, assim como a aferição de temperatura. Também é cuidado o distanciamento entre pessoas dentro do espaço.
A escolha dos materiais de André não é coincidência. Cada seleção conta um pouco da história das peças que constrói: “Minha pesquisa de materiais foi se diversificando para muito além daqueles que eu costumeiramente utilizava. Percebo que fui, aos poucos e aparentemente ao acaso, me deparando com o universo dos metais. Os metais contam a história do tempo, quase que literalmente: a idade do ferro, do bronze”, conta o artista.
Além disso, os metais estão relacionados à sua história e ao seu tempo. Filho de um joalheiro, cresceu vendo como a opulência do ouro e das pedras marcam datas e simbolizam a eternidade. Hoje, define que opulento é o tempo, que se impõe a tudo e a todos.
Nascido em 1967 em Porto Alegre, André iniciou os estudos nas artes no Atelier Livre da Prefeitura em 1984 e, posteriormente, se graduou em Artes Visuais pela Ulbra. Neste percurso, frequentou diversos cursos em técnicas variadas e recebeu orientação dos artistas Plínio Bernhardt, Alice Brüeggmann, Ana Isabel Lovatto, Gisela Waetge, Marilice Corona, Carlos Wladimirsky entre outros.
Foi administrador da Arteloja do Museu de Arte do Rio Grande do Sul e foi proprietário da Abstrarte-Arte Aplicada e do Atelier e Galeria Vertente. Atualmente, é professor de Artes e Filosofia no Colégio João Paulo I – Sul e dirige o Atelier Aberto - Arte Compartilhada.
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