Porto Alegre, quinta-feira, 25 de junho de 2020.

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Investigação

Alterada em 25/06 às 18h18min

Margs irá receber temporariamente cerca de 300 obras de arte apreendidas em Porto Alegre

As obras deverão ficar guardadas no Museu de Arte do Rio Grande do Sul

As obras deverão ficar guardadas no Museu de Arte do Rio Grande do Sul


RAUL HOLTZ/DIVULGAÇÃO/JC
Cerca de 300 obras de arte apreendidas pela Polícia Federal (PF) em um apartamento no Centro Histórico de Porto Alegre deverão ser guardadas temporariamente no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs). A operação faz parte de uma investigação ligada a uma suposta fraude na compra de respiradores no Estado do Pará, que acontece sob segredo de justiça.
Cerca de 300 obras de arte apreendidas pela Polícia Federal (PF) em um apartamento no Centro Histórico de Porto Alegre deverão ser guardadas temporariamente no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs). A operação faz parte de uma investigação ligada a uma suposta fraude na compra de respiradores no Estado do Pará, que acontece sob segredo de justiça.
A guarda das obras no museu serve de medida cautelar proposta pelo Governo do Rio Grande do Sul para preservar a integridade das obras, uma vez que a PF não possui a estrutura adequada para zelar as peças.
Na manhã de terça-feira (23), a Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) foi contactada pela PF para colaborar com a operação quanto ao manuseio e identificação das obras de arte apreendidas. Um técnico do Instituto Estadual de Artes Visuais (IEAVi) foi ao apartamento no qual estavam as obras, onde foi realizada uma identificação parcial dos artistas do acervo, suas numerações, registros e listagens.
Em nota divulgada na tarde de quinta-feira (25), a Sedac informa que não foi possível realizar um trabalho de autentificação e avaliação do valor das imagens, advertindo “às autoridades policiais responsáveis pela operação a necessidade de procedimento por perito profissional com expertise na área.” Ainda que as obras fiquem sob o cuidado do Margs, as obras não constituirão parte do acervo, o que só poderá acontecer através de medida judicial.
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